Você já ficou em dúvida entre instalar a versão 32-bits ou 64-bits de algum programa? Se sim, este texto pode lhe interessar. Vamos falar de qual é a diferença entre esses dois padrões, quando é possível misturá-los e qual é a melhor versão para se instalar em cada situação.
Até 2003, apenas processadores 32-bits eram compatíveis com o Windows. A AMD, no entanto, lançou naquele ano um processador 64-bits compatível com o sistema operacional. A partir dessa data, a Microsoft começou a pensar em melhorar seu software para aproveitar essa nova capacidade dos processadores.
Atualmente, a maioria dos processadores novos são 64-bits. Mas processadores 32-bits, e versões do Windows específicas para esses processadores, ainda existem, o que acaba causando confusão em alguns usuários. Saiba qual é a diferença entre eles.
Bits e código binário
Um bit é a unidade mínima de informação para computadores. Cada bit pode ser 1 ou 0. Por isso, diz-se que os computadores funcionam com códigos binários: no nível microscópico, a informação e manuseada pelos computadores na formas de trilhões de sequências de 1s e 0s.
O código binário permite escrever qualquer número inteiro, da seguinte forma: cada 1 ou 0 se refere a uma potência de 2. O primeiro, a 20; o segundo, a 21, e assim por diante. O computador vê uma sequência de dígitos, multiplica cada potência de 2 (da esquerda para direita) por 0 ou 1 e chega a um número.
A sequência 10, por exemplo (de dois bits), equivale a 2 (0x20 + 1x21). A sequência 111 tem três bits, e equivale a 7 (1x20 + 1x21 + 1x22). A sequência de 4 bits 1001 equivale ao número 9 (1x20 + 0x21 + 0x22 + 1x23). Como se pode perceber, quando mais bits você usa, mais números você consegue escrever.
Processadores
Para processadores, os termos 32-bits e 64-bits referem-se ao tamanho de seu registro. O registro de um processador é o local onde ele armazena os "endereços" dos dados que ele precisa acessar mais rapidamente para funcionar bem. Esses "endereços" são números por meio dos quais o processador pode acessar a informação de que precisa.
Processadores de 32-bits conseguem guardar um total de 232, ou 4.294.967.295 endereços diferentes. Esses endereços apontam para a memória RAM, onde as informações de que o processador precisa ficam armazenadas.
Por esse motivo, processadores de 32 bits só conseguem aproveitar, no máximo, 4GB de RAM. A máquina pode até ter mais memória instalada, mas o processador não conseguirá acessá-la, pois só consegue distribuir endereços para os primeiros 4 GB.
Processadores de 64 bits, por sua vez, conseguem guardar 264, ou 18.446.744.073.709.551.616 endereços diferentes! Por esse motivo, podem acessar muito mais RAM do que seus companheiros mais novos. Eles conseguiriam distribuir endereços para 17 bilhões de GB de RAM, mas computadores atuais raramente suportam mais que 64GB.
Além de ser capaz de acessar mais RAM, os processadores de 64-bits também conseguem acessá-la de maneira mais rápida e eficiente, o que acaba deixando o computador mais rápido também.
Sistemas operacionais
O sistema operacional é o software que diz ao computador como deve utilizar seus componentes. De certa forma, ele ensina ao computador como deve funcionar. Dessa forma, mesmo que o seu processador seja de 64-bits, ele não aproveitará esse tamanho expandido de registro se você não instalar um sistema operacional de 64-bits também!
Para saber se o seu processador é 32-bits ou 64-bits, uma série de programas podem ser utilizados, tais como Everest, CpuZ e CCleaner. São programas pequenos que podem ser baixados da internet.
Para saber se o seu Windows é 32 ou 64-bits, vá no menu iniciar, clique com o botão direito em "Computador" e selecione "Propriedades". Na janela que se abrirá, verifique, sob a aba "Sistema", a informação "Tipo de Sistema". A resposta deve estar lá.
Se o seu processador é 64-bits, é sempre melhor instalar um sistema operacional de 64-bits também, para que ele possa funcionar com o máximo de sua capacidade. Processadores de 64-bits podem rodar sistemas operacionais de 32-bits, mas só poderão acessar 4GB de RAM, e terão um desempenho inferior. Processadores de 32-bits, por sua vez, não conseguem rodar sistemas operacionais de 64-bits!
Outros programas
Alguns programas e aplicativos também já estão disponíveis em versões 32-bits e 64-bits. Uma das vantagens das versões 64-bits é que elas podem usar mais memória. Programas 32-bits podem acessar apenas uma quantidade limitada de RAM, que depende também do processador e do sistema operacional.
Um programa 64 bits, por sua vez, pode acessar muito mais RAM. Por isso, tarefas que consomem volumes muito grandes de RAM, como edição de vídeos em HD, funcionarão consideravelmente melhor em versões 64-bits.
Mas cuidado: os programas e aplicativos 64-bits só funcionarão se instalados em cima de um sistema operacional de 64-bits também! Em outras palavras, se o seu processador ou sistema operacional funcionar em 32-bits, você não conseguirá instalar a versão 64-bits do programa.
No entanto, se o seu processador e sistema operacional são 64-bits mas o programa possui apenas versão 32-bits, não tem problema. Será possível instalá-lo e utilizá-lo normalmente.
Resumindo:
Se o seu processador é 64-bits, é melhor instalar um sistema operacional 64-bits.
Um processador 64-bits suporta sistemas operacionais 32-bits (embora não funcione em plena capacidade), mas processadores 32-bits não suportam sistemas operacionais 64-bits.
Aplicativos 64-bits só funcionarão se o processador e o sistema operacional forem 64-bits também.
Não há problema em instalar aplicativos 32-bits em sistemas operacionais e processadores 64-bits.
Você já ficou em dúvida entre instalar a versão 32-bits ou 64-bits de algum programa? Se sim, este texto pode lhe interessar. Vamos falar de qual é a diferença entre esses dois padrões, quando é possível misturá-los e qual é a melhor versão para se instalar em cada situação.
Até 2003, apenas processadores 32-bits eram compatíveis com o Windows. A AMD, no entanto, lançou naquele ano um processador 64-bits compatível com o sistema operacional. A partir dessa data, a Microsoft começou a pensar em melhorar seu software para aproveitar essa nova capacidade dos processadores.
Atualmente, a maioria dos processadores novos são 64-bits. Mas processadores 32-bits, e versões do Windows específicas para esses processadores, ainda existem, o que acaba causando confusão em alguns usuários. Saiba qual é a diferença entre eles.
Bits e código binário
Um bit é a unidade mínima de informação para computadores. Cada bit pode ser 1 ou 0. Por isso, diz-se que os computadores funcionam com códigos binários: no nível microscópico, a informação e manuseada pelos computadores na formas de trilhões de sequências de 1s e 0s.
O código binário permite escrever qualquer número inteiro, da seguinte forma: cada 1 ou 0 se refere a uma potência de 2. O primeiro, a 20; o segundo, a 21, e assim por diante. O computador vê uma sequência de dígitos, multiplica cada potência de 2 (da esquerda para direita) por 0 ou 1 e chega a um número.
A sequência 10, por exemplo (de dois bits), equivale a 2 (0x20 + 1x21). A sequência 111 tem três bits, e equivale a 7 (1x20 + 1x21 + 1x22). A sequência de 4 bits 1001 equivale ao número 9 (1x20 + 0x21 + 0x22 + 1x23). Como se pode perceber, quando mais bits você usa, mais números você consegue escrever.
Processadores
Para processadores, os termos 32-bits e 64-bits referem-se ao tamanho de seu registro. O registro de um processador é o local onde ele armazena os "endereços" dos dados que ele precisa acessar mais rapidamente para funcionar bem. Esses "endereços" são números por meio dos quais o processador pode acessar a informação de que precisa.
Processadores de 32-bits conseguem guardar um total de 232, ou 4.294.967.295 endereços diferentes. Esses endereços apontam para a memória RAM, onde as informações de que o processador precisa ficam armazenadas.
Por esse motivo, processadores de 32 bits só conseguem aproveitar, no máximo, 4GB de RAM. A máquina pode até ter mais memória instalada, mas o processador não conseguirá acessá-la, pois só consegue distribuir endereços para os primeiros 4 GB.
Processadores de 64 bits, por sua vez, conseguem guardar 264, ou 18.446.744.073.709.551.616 endereços diferentes! Por esse motivo, podem acessar muito mais RAM do que seus companheiros mais novos. Eles conseguiriam distribuir endereços para 17 bilhões de GB de RAM, mas computadores atuais raramente suportam mais que 64GB.
Além de ser capaz de acessar mais RAM, os processadores de 64-bits também conseguem acessá-la de maneira mais rápida e eficiente, o que acaba deixando o computador mais rápido também.
Sistemas operacionais
O sistema operacional é o software que diz ao computador como deve utilizar seus componentes. De certa forma, ele ensina ao computador como deve funcionar. Dessa forma, mesmo que o seu processador seja de 64-bits, ele não aproveitará esse tamanho expandido de registro se você não instalar um sistema operacional de 64-bits também!
Para saber se o seu processador é 32-bits ou 64-bits, uma série de programas podem ser utilizados, tais como Everest, CpuZ e CCleaner. São programas pequenos que podem ser baixados da internet.
Para saber se o seu Windows é 32 ou 64-bits, vá no menu iniciar, clique com o botão direito em "Computador" e selecione "Propriedades". Na janela que se abrirá, verifique, sob a aba "Sistema", a informação "Tipo de Sistema". A resposta deve estar lá.
Se o seu processador é 64-bits, é sempre melhor instalar um sistema operacional de 64-bits também, para que ele possa funcionar com o máximo de sua capacidade. Processadores de 64-bits podem rodar sistemas operacionais de 32-bits, mas só poderão acessar 4GB de RAM, e terão um desempenho inferior. Processadores de 32-bits, por sua vez, não conseguem rodar sistemas operacionais de 64-bits!
Outros programas
Alguns programas e aplicativos também já estão disponíveis em versões 32-bits e 64-bits. Uma das vantagens das versões 64-bits é que elas podem usar mais memória. Programas 32-bits podem acessar apenas uma quantidade limitada de RAM, que depende também do processador e do sistema operacional.
Um programa 64 bits, por sua vez, pode acessar muito mais RAM. Por isso, tarefas que consomem volumes muito grandes de RAM, como edição de vídeos em HD, funcionarão consideravelmente melhor em versões 64-bits.
Mas cuidado: os programas e aplicativos 64-bits só funcionarão se instalados em cima de um sistema operacional de 64-bits também! Em outras palavras, se o seu processador ou sistema operacional funcionar em 32-bits, você não conseguirá instalar a versão 64-bits do programa.
No entanto, se o seu processador e sistema operacional são 64-bits mas o programa possui apenas versão 32-bits, não tem problema. Será possível instalá-lo e utilizá-lo normalmente.
Resumindo:
Se o seu processador é 64-bits, é melhor instalar um sistema operacional 64-bits.
Um processador 64-bits suporta sistemas operacionais 32-bits (embora não funcione em plena capacidade), mas processadores 32-bits não suportam sistemas operacionais 64-bits.
Aplicativos 64-bits só funcionarão se o processador e o sistema operacional forem 64-bits também.
Não há problema em instalar aplicativos 32-bits em sistemas operacionais e processadores 64-bits.
Wellington
Sempre quis saber como funciona um motor de quatro tempos ou um eixo diferencial? Estes dez GIFs animados apresentam de forma simples estes e outros conceitos. Relaxe e aproveite as imagens, enquanto aprende as maravilhas do automóvel moderno – mas só dos veículos a gasolina.
10. Motor de quatro tempos a gasolina
Olhe com atenção: provavelmente é isto que está acontecendo debaixo do capô do teu carro também. Motores a gasolina usam faíscas para fazer a ignição do combustível, enquanto o diesel entra em ignição espontaneamente, graças a sua alta compressão.
9. Motor em linha
A maioria dos fabricantes está migrando para a configuração em V, principalmente pelo seu tamanho. Olhar para este motor de seis cilindros em linha atiça a imaginação e faz sonhar com uma BMW E46 M3, não?
8. Motor V
Um motor em V (na imagem, só dois cilindros, como em um triciclo Morgan) é mais compacto e é usado pelos maiores carros do mundo.
7. Motor boxer
Poucos são os fabricantes que ainda usam os motores boxer, e a Porsche é um deles. Este é o motor do Porsche 911 Turbo. Motores boxer são fantásticos porque podem ser posicionados mais baixos, baixando também o centro de gravidade do carro, o que o torna mais fácil de conduzir.
6. VTEC
Este é um sistema que permite mudar a altura que a válvula penetra no cilindro. Na prática, permite que o motor atinja rotações mais altas, ao possibilitar que mais combustível e ar penetrem no cilindro.
5. Turbo
Em motores turbo, o ar da saída do motor é usado para mover uma bomba, forçando mais gases no cilindro do veículo. Este GIF mostra como isto acontece.
4. Diferencial
Já se perguntou por que uma roda não patina quando o carro está fazendo uma curva? A roda de dentro da curva gira a uma velocidade menor que a roda de fora. Como é feita esta mágica? Uma peça chamada “diferencial” é responsável pela bruxaria. E o diferencial não distribui apenas a rotação, mas também o torque do motor.
Se o GIF de um diferencial não te ajudar a entender, experimente este filme.
3. Transmissão CVT
A Transmissão Continuamente Variável (CVT, na sigla em inglês) está aparecendo em muitos carros novos com transmissão automática, usando cones e correias para funcionar como se tivesse um número infinito de marchas.
2. Dupla embreagem
Ainda mais tecnológico que a CVT é a caixa de marchas com dupla embreagem. Você tem duas embreagens, o que significa que, enquanto uma está em uma marcha, a próxima marcha já está pré-selecionada na outra embreagem, tornando a troca de marchas muito mais rápida.
1. Motorista
Depois de juntar tudo isso, falta uma peça: o ser humano por trás do volante. E é assim que o motorista se sente.
Sempre quis saber como funciona um motor de quatro tempos ou um eixo diferencial? Estes dez GIFs animados apresentam de forma simples estes e outros conceitos. Relaxe e aproveite as imagens, enquanto aprende as maravilhas do automóvel moderno – mas só dos veículos a gasolina.
10. Motor de quatro tempos a gasolina
Olhe com atenção: provavelmente é isto que está acontecendo debaixo do capô do teu carro também. Motores a gasolina usam faíscas para fazer a ignição do combustível, enquanto o diesel entra em ignição espontaneamente, graças a sua alta compressão.
9. Motor em linha
A maioria dos fabricantes está migrando para a configuração em V, principalmente pelo seu tamanho. Olhar para este motor de seis cilindros em linha atiça a imaginação e faz sonhar com uma BMW E46 M3, não?
8. Motor V
Um motor em V (na imagem, só dois cilindros, como em um triciclo Morgan) é mais compacto e é usado pelos maiores carros do mundo.
7. Motor boxer
Poucos são os fabricantes que ainda usam os motores boxer, e a Porsche é um deles. Este é o motor do Porsche 911 Turbo. Motores boxer são fantásticos porque podem ser posicionados mais baixos, baixando também o centro de gravidade do carro, o que o torna mais fácil de conduzir.
6. VTEC
Este é um sistema que permite mudar a altura que a válvula penetra no cilindro. Na prática, permite que o motor atinja rotações mais altas, ao possibilitar que mais combustível e ar penetrem no cilindro.
5. Turbo
Em motores turbo, o ar da saída do motor é usado para mover uma bomba, forçando mais gases no cilindro do veículo. Este GIF mostra como isto acontece.
4. Diferencial
Já se perguntou por que uma roda não patina quando o carro está fazendo uma curva? A roda de dentro da curva gira a uma velocidade menor que a roda de fora. Como é feita esta mágica? Uma peça chamada “diferencial” é responsável pela bruxaria. E o diferencial não distribui apenas a rotação, mas também o torque do motor.
Se o GIF de um diferencial não te ajudar a entender, experimente este filme.
3. Transmissão CVT
A Transmissão Continuamente Variável (CVT, na sigla em inglês) está aparecendo em muitos carros novos com transmissão automática, usando cones e correias para funcionar como se tivesse um número infinito de marchas.
2. Dupla embreagem
Ainda mais tecnológico que a CVT é a caixa de marchas com dupla embreagem. Você tem duas embreagens, o que significa que, enquanto uma está em uma marcha, a próxima marcha já está pré-selecionada na outra embreagem, tornando a troca de marchas muito mais rápida.
1. Motorista
Depois de juntar tudo isso, falta uma peça: o ser humano por trás do volante. E é assim que o motorista se sente.
Wellington
Quem já perdeu o emprego alguma vez sabe como essa situação pode ser traumática. Entretanto, apesar de ser uma experiência nada agradável, ela pode acontecer com qualquer um, e não podemos nos deixar abater não!
Aliás, de acordo com Jen Hubley Luckwaldt, do portal About, as pessoas que perdem seus empregos deveriam se inspirar na atitude das cinco personalidades que você verá a seguir e aproveitar o período de adversidade para dar a volta por cima. Confira:
1 – Thomas Edison
Thomas Edison entrou para a História juntamente com vários grandes nomes, como Nikola Tesla, Graham Bell e Albert Einstein, graças à sua genialidade. Portanto, é bastante curioso descobrir que o inventor foi descrito por um de seus professores do colégio como sendo burro demais para aprender qualquer coisa!
De acordo com Jen, por conta dos problemas na escola, Edison foi educado em casa e, aos 12 anos, resolveu começar o seu primeiro negócio — que era vender jornais em uma estação de trens. Anos depois, o inventor foi trabalhar para aWestern Union, que na época oferecia serviços de telégrafo e financeiros, mas foi demitido após arruinar o escritório de seu chefe durante um experimento que deu errado.
Entretanto, Edison nunca se deixou abalar por seus fracassos. Na verdade, ele se apoiou neles para seguir adiante. Tanto que, para criar a lâmpada elétrica, Edison testou mil protótipos — e sabe o que ele respondeu para um repórter que perguntou ao gênio como era falhar mil vezes antes de acertar? Que ele não havia falhado mil vezes, pois a lâmpada havia sido uma invenção que consistiu em mil passos antes de funcionar.
2 – Walt Disney
Você acreditaria se contássemos que Walt Disney — o produtor, cartunista e ícone cultural responsável por criar personagens como Mickey Mouse, Pateta e Pato Donald — chegou a ser demitido por não ser considerado criativo o suficiente? Pois, quando Disney tinha 20 e poucos anos, essa foi a justificativa que o jornal The Kansas City Star deu para mandá-lo embora. E esse não foi o único tropeço que o gênio deu no início de sua brilhante carreira.
Segundo Jen, após perder o emprego, Disney decidiu abrir o estúdio cinematográfico Laugh-o-gram Studios que, em 1923, foi à falência. Foi então que Disney resolveu se mudar para Hollywood e fundar com seu irmão o Disney Brothers Cartoon Studios.
O sucesso mesmo chegou no final dos anos 20, quando Mickey entrou em cena. E depois de uma série de êxitos com desenhos animados, filmes, seriados e até um e outro Oscar, a companhia de Disney se transformou em um império — composto por parques temáticos, estúdios cinematográficos, editoras, canais de TV etc. — avaliado em mais de US$ 48 bilhões atualmente.
3 – Steve Jobs
Todo mundo sabe que Steve Jobs fundou a Apple em meados dos anos 70, na garagem de sua casa, junto com Steve Wozniak. Pouco depois, em 1980, a companhia já havia se consolidado e, em 1984, lançou o primeiro Macintosh. Só que em 1985, devido à crescente preocupação com respeito aos produtos mais baratos de seu principal concorrente da época — a Microsoft —, a Apple resolveu demitir Jobs devido às divergências sobre os rumos que a empresa devia seguir.
Segundo Jen, Jobs tinha apenas 30 anos quando tudo aconteceu, e ele se sentiu devastado, já que a Apple havia sido o foco de todas as suas energias até então. Ele inclusive considerou abandonar o Vale do Silício, mas acabou ficando — e fundou a Pixar e a NeXT Computer que, anos mais tarde, foi comprada pela Apple.
Em 1997, Jobs voltou ao velho emprego como CEO e ajudou a desenvolver o iPhone, o iPod e o iPad — fazendo com que a Apple se transformasse no monstro avaliado em mais de US$ 180 bilhões que ela é hoje.
4 – JK Rowling
Conhece a britânica responsável por criar o universo de Harry Potter? Caso você não saiba, hoje ela é a mulher mais rica do Reino Unido — mais rica inclusive do que a Rainha! —, mas sua vida não foi sempre fácil. Segundo Jen, JK Rowlingtrabalhava como secretária quando foi demitida depois de ser pega escrevendo histórias de ficção durante o horário de trabalho.
A escritora — então recém-divorciada e desempregada — contou que nessa época passou por muitas dificuldades financeiras para sustentar sozinha a filha e que se tornou extremamente pobre. Para sobreviver, ela dependia de benefícios do governo e, enquanto procurava o que fazer, escrevia em cafeterias. Isso até que, em 1997, Rowling conseguiu vender “Harry Potter e a Pedra Filosofal” para uma editora por £ 2,5 mil (cerca de R$ 15,2 mil).
De acordo com Jen, por volta do ano 2000, os três primeiros livros da série Harry Potter já haviam vendido 35 milhões de cópias em todo o mundo — e traduzidos em 35 idiomas —, e a fortuna pessoal de JK Rowling foi estimada em £ 560 milhões (ou o equivalente a R$ 3,4 bilhões) em 2008.
5 – Oprah Winfrey
Desde que lançou seu programa em 1986, Oprah Winfrey se tornou um dos nomes mais influentes da televisão internacional — sem falar que a apresentadora já apareceu em filmes e seriados, além de ser uma ativa filantropa e de ser considerada pela Forbes como a afro-americana mais rica do século 20. Mas não pense você que Oprah não teve os seus perrengues!
Segundo Jen, logo no início da carreira, quando Oprah trabalhava como repórter para um noticiário noturno do canal WJZ-TV, de Baltimore, um produtor disse que ela não servia para apresentar notícias televisivas. Depois de perder o posto, a norte-americana recebeu a oferta de fazer parte de um programa diurno chamado People are Talking — o que Oprah encarou como um retrocesso em sua profissão —, e não demorou até a carreira dela decolar.
Assim como a vida conclama pela disponibilidade de complementar a carreira no viés com a competência divulgada na condição descrita da relativa imagem:
Assim como a vida conclama pela disponibilidade de complementar a carreira no viés com a competência divulgada na condição descrita da relativa imagem:
CLICK
Quem já perdeu o emprego alguma vez sabe como essa situação pode ser traumática. Entretanto, apesar de ser uma experiência nada agradável, ela pode acontecer com qualquer um, e não podemos nos deixar abater não!
Aliás, de acordo com Jen Hubley Luckwaldt, do portal About, as pessoas que perdem seus empregos deveriam se inspirar na atitude das cinco personalidades que você verá a seguir e aproveitar o período de adversidade para dar a volta por cima. Confira:
1 – Thomas Edison
Thomas Edison entrou para a História juntamente com vários grandes nomes, como Nikola Tesla, Graham Bell e Albert Einstein, graças à sua genialidade. Portanto, é bastante curioso descobrir que o inventor foi descrito por um de seus professores do colégio como sendo burro demais para aprender qualquer coisa!
De acordo com Jen, por conta dos problemas na escola, Edison foi educado em casa e, aos 12 anos, resolveu começar o seu primeiro negócio — que era vender jornais em uma estação de trens. Anos depois, o inventor foi trabalhar para aWestern Union, que na época oferecia serviços de telégrafo e financeiros, mas foi demitido após arruinar o escritório de seu chefe durante um experimento que deu errado.
Entretanto, Edison nunca se deixou abalar por seus fracassos. Na verdade, ele se apoiou neles para seguir adiante. Tanto que, para criar a lâmpada elétrica, Edison testou mil protótipos — e sabe o que ele respondeu para um repórter que perguntou ao gênio como era falhar mil vezes antes de acertar? Que ele não havia falhado mil vezes, pois a lâmpada havia sido uma invenção que consistiu em mil passos antes de funcionar.
2 – Walt Disney
Você acreditaria se contássemos que Walt Disney — o produtor, cartunista e ícone cultural responsável por criar personagens como Mickey Mouse, Pateta e Pato Donald — chegou a ser demitido por não ser considerado criativo o suficiente? Pois, quando Disney tinha 20 e poucos anos, essa foi a justificativa que o jornal The Kansas City Star deu para mandá-lo embora. E esse não foi o único tropeço que o gênio deu no início de sua brilhante carreira.
Segundo Jen, após perder o emprego, Disney decidiu abrir o estúdio cinematográfico Laugh-o-gram Studios que, em 1923, foi à falência. Foi então que Disney resolveu se mudar para Hollywood e fundar com seu irmão o Disney Brothers Cartoon Studios.
O sucesso mesmo chegou no final dos anos 20, quando Mickey entrou em cena. E depois de uma série de êxitos com desenhos animados, filmes, seriados e até um e outro Oscar, a companhia de Disney se transformou em um império — composto por parques temáticos, estúdios cinematográficos, editoras, canais de TV etc. — avaliado em mais de US$ 48 bilhões atualmente.
3 – Steve Jobs
Todo mundo sabe que Steve Jobs fundou a Apple em meados dos anos 70, na garagem de sua casa, junto com Steve Wozniak. Pouco depois, em 1980, a companhia já havia se consolidado e, em 1984, lançou o primeiro Macintosh. Só que em 1985, devido à crescente preocupação com respeito aos produtos mais baratos de seu principal concorrente da época — a Microsoft —, a Apple resolveu demitir Jobs devido às divergências sobre os rumos que a empresa devia seguir.
Segundo Jen, Jobs tinha apenas 30 anos quando tudo aconteceu, e ele se sentiu devastado, já que a Apple havia sido o foco de todas as suas energias até então. Ele inclusive considerou abandonar o Vale do Silício, mas acabou ficando — e fundou a Pixar e a NeXT Computer que, anos mais tarde, foi comprada pela Apple.
Em 1997, Jobs voltou ao velho emprego como CEO e ajudou a desenvolver o iPhone, o iPod e o iPad — fazendo com que a Apple se transformasse no monstro avaliado em mais de US$ 180 bilhões que ela é hoje.
4 – JK Rowling
Conhece a britânica responsável por criar o universo de Harry Potter? Caso você não saiba, hoje ela é a mulher mais rica do Reino Unido — mais rica inclusive do que a Rainha! —, mas sua vida não foi sempre fácil. Segundo Jen, JK Rowlingtrabalhava como secretária quando foi demitida depois de ser pega escrevendo histórias de ficção durante o horário de trabalho.
A escritora — então recém-divorciada e desempregada — contou que nessa época passou por muitas dificuldades financeiras para sustentar sozinha a filha e que se tornou extremamente pobre. Para sobreviver, ela dependia de benefícios do governo e, enquanto procurava o que fazer, escrevia em cafeterias. Isso até que, em 1997, Rowling conseguiu vender “Harry Potter e a Pedra Filosofal” para uma editora por £ 2,5 mil (cerca de R$ 15,2 mil).
De acordo com Jen, por volta do ano 2000, os três primeiros livros da série Harry Potter já haviam vendido 35 milhões de cópias em todo o mundo — e traduzidos em 35 idiomas —, e a fortuna pessoal de JK Rowling foi estimada em £ 560 milhões (ou o equivalente a R$ 3,4 bilhões) em 2008.
5 – Oprah Winfrey
Desde que lançou seu programa em 1986, Oprah Winfrey se tornou um dos nomes mais influentes da televisão internacional — sem falar que a apresentadora já apareceu em filmes e seriados, além de ser uma ativa filantropa e de ser considerada pela Forbes como a afro-americana mais rica do século 20. Mas não pense você que Oprah não teve os seus perrengues!
Segundo Jen, logo no início da carreira, quando Oprah trabalhava como repórter para um noticiário noturno do canal WJZ-TV, de Baltimore, um produtor disse que ela não servia para apresentar notícias televisivas. Depois de perder o posto, a norte-americana recebeu a oferta de fazer parte de um programa diurno chamado People are Talking — o que Oprah encarou como um retrocesso em sua profissão —, e não demorou até a carreira dela decolar.
Assim como a vida conclama pela disponibilidade de complementar a carreira no viés com a competência divulgada na condição descrita da relativa imagem:
Assim como a vida conclama pela disponibilidade de complementar a carreira no viés com a competência divulgada na condição descrita da relativa imagem:
CLICK
Wellington
![O que você deveria fazer se estivesse Perdido em Marte? [infográfico]](https://imgnzn-a.akamaized.net////2015/10/08/08163602632744.jpg?v=833)
Não sabemos como isso aconteceu, mas você está perdido em Marte. O planeta é hostil, e os obstáculos são imensos, porém, se você decidir que quer sobreviver, é essencial ler as nossas dicas e estar preparado para a ocasião.
Salve-se quem puder
A primeira coisa que você precisa saber é que não se deve perambular por Marte sem uma proteção, pois o “ar livre” não é nada convidativo. A pressão atmosférica é baixíssima: são 600 pascals, correspondentes a 0,59% da pressão atmosférica da Terra (cerca de 101 mil pascals). A composição do ar também não é amigável, com mais de 95% de dióxido de carbono e apenas 0,13% de oxigênio. Como se isso não fosse suficiente, você ainda tem que lidar com a temperatura média de -63 ºC (que pode chegar aos -129 ºC).
Permanecer desprotegido nessas condições certamente é um mau negócio. Depois de um ou dois minutos, bolhas de gás podem surgir em seus fluidos corporais. Seu sangue não vai ferver, mas seu corpo vai inchar, você vai sentir muita dor, sua circulação sanguínea será prejudicada, e você vai perder a consciência. Você não vai explodir, mas seus pulmões se romperiam em segundos. Caso você sobreviva, ainda terá que lidar com terríveis queimaduras solares – e com algumas mutações em seu DNA que podem originar um câncer futuramente.
Para evitar esse destino sombrio, você precisa se abrigar em uma câmara pressurizada, aquecida e resistente à radiação. Uma dica: se o problema for só a radiação, você pode cobrir sua casa marciana com areia e pedras. Lá dentro, você vai precisar de oxigenadores mecânicos para reciclar o ar e torná-lo respirável novamente. Para manter os equipamentos funcionando, você pode utilizar seus painéis solares para captar energia.
Dar uma voltinha fora do abrigo requer um traje especial que o proteja da radiação e de temperaturas extremas, além de dispor de sistemas que permitam a respiração e equilibrem a pressão atmosférica. O uniforme completo, com todos os acessórios, pode pesar até 45 kg (considerando a gravidade na Terra).
Sem água, sem vida
Você não vai sobreviver em Marte (e em nenhum outro lugar) sem água. Primeira coisa: você não pode desperdiçar nenhuma gota, seja ela em forma de lágrima, suor e até urina. Para isso, você precisa de um sistema de utilização que permita destilar e purificar o líquido. E de onde obter mais água? Caso você não tenha oxigênio e hidrogênio à disposição para misturá-los em uma cabine até formar vapor, que poderia ser aquecido e condensado, a Ciência ainda pode ajudá-lo.
Há anos, os cientistas sabem que existe gelo no Planeta Vermelho. Depois de cavar um pouco, você vai ter à disposição cerca de 5 milhões de metros cúbicos de gelo próximos à superfície, os quais podem ser aquecidos até se converterem em água.
Se escavar não é o seu forte, você ainda tem a opção de utilizar a água salgada dos córregos marcianos, que foram descobertos pela equipe da Nasa e revelados ao mundo recentemente. Depois de coletar a salmoura, você vai precisar recorrer ao sistema de destilação e purificação.
Tá na mesa, pessoal!
Mesmo que você recorra à pizzaria mais rápida da Terra, um motoboy espacial levaria pelo menos 9 meses para entregar seu pedido em Marte. O jeito, portanto, vai ser você produzir seu próprio alimento.
Na Estação Espacial Internacional (ISS), os astronautas já foram bem-sucedidos ao cultivar alface. Para isso, eles precisaram de uma estufa pressurizada, sementes, argila, fertilizantes, LEDs vermelho, azul e verde na quantidade e intensidade mais adequadas para o vegetal e água. Depois de 33 dias, a alface estava pronta para ser consumida.
Outra opção a se considerar é a batata, que fornece uma elevada taxa de calorias por área de cultivo. Caso você tenha levado algumas batatas terrestres, basta dividi-las em pedaços menores e enterrá-los em uma porção de solo que esteja em ambiente pressurizado, moderadamente ensolarado e com temperatura controlada. Lembre-se: na falta de fertilizantes industrializados, você mesmo pode produzir o seu – basta que seu intestino funcione corretamente.
Quer andar de carro velho, amor?
Você não vai querer explorar o Planeta Vermelho a pé, certo? Para facilitar sua sobrevivência, é preciso ter um veículo capaz de ajudá-lo a desbravar os limites marcianos. Como você já deve imaginar, é essencial que seu carro tenha uma cabine pressurizada, seja carregado por energia solar e ofereça proteção contra partículas solares.
Além disso, para garantir a estabilidade, é interessante que ele tenha seis rodas, todas com movimentação de 360 graus. Cabine inclinável para ampliar o ângulo de visão, guinchos, cabos, escavadeira e guindaste também são bastante úteis. Se você ainda puder escolher mais um recurso, invista em uma porta adaptada para reduzir a perda de ar respirável ao entrar e sair do veículo.
Comunique-se!
Considerando que a Curiosity leva 20 horas para enviar 250 megabits à Terra – e ignorando o fato de que a transmissão é interrompida por limitações energéticas –, você até conseguiria estabelecer contato rapidamente com a Nasa. Para mandar um “SOS”, por exemplo, seriam necessários menos de 7 segundos, enquanto um “estou vivo” levaria 23 segundos.
Porém, se você está perdido e sozinho em Marte, desconfiamos que seus aparelhos de comunicação estejam com problemas. Nesse caso, você pode tentar chamar atenção da sua equipe de formas mais “rudimentares”, seja movimentando seu veículo, criando padrões com a posição dos painéis solares ou explodindo alguma coisa bem grande.
A esperança é a última que morre
Seus esforços serão em vão se você perder o foco. Sem ninguém para conversar e sem certezas sobre seu retorno à Terra, você pode começar a se sentir deprimido e perder a clareza de raciocínio. Por isso, é essencial manter seu cérebro ocupado, de preferência relembrando os conhecimentos científicos que podem ajudá-lo a sair dessa.
Além disso, você deve se concentrar nos pensamentos positivos, confiando que seus amigos, familiares e colegas farão de tudo para encontrá-lo.
Viva a experiência de se perder em Marte no cinema
O blockbuster “Perdido em Marte”, que estreou em 1º de outubro de 2015, leva para as telonas os desafios enfrentados pelo astronauta Mark Watney (Matt Damon) ao ficar absolutamente sozinho no Planeta Vermelho.
Ninguém sabe que Watney está vivo, mas ele decide que não vai morrer ali e usa todo o seu conhecimento científico para enfrentar os perigos de um local hostil – e sem perder o bom humor. Uma homenagem à Ciência com diversão e emoção garantidas!
Este infográfico é um publieditorial patrocinado pela Fox Filmes.
![O que você deveria fazer se estivesse Perdido em Marte? [infográfico]](https://imgnzn-a.akamaized.net////2015/10/08/08163602632744.jpg?v=833)
Não sabemos como isso aconteceu, mas você está perdido em Marte. O planeta é hostil, e os obstáculos são imensos, porém, se você decidir que quer sobreviver, é essencial ler as nossas dicas e estar preparado para a ocasião.
Salve-se quem puder
A primeira coisa que você precisa saber é que não se deve perambular por Marte sem uma proteção, pois o “ar livre” não é nada convidativo. A pressão atmosférica é baixíssima: são 600 pascals, correspondentes a 0,59% da pressão atmosférica da Terra (cerca de 101 mil pascals). A composição do ar também não é amigável, com mais de 95% de dióxido de carbono e apenas 0,13% de oxigênio. Como se isso não fosse suficiente, você ainda tem que lidar com a temperatura média de -63 ºC (que pode chegar aos -129 ºC).
Permanecer desprotegido nessas condições certamente é um mau negócio. Depois de um ou dois minutos, bolhas de gás podem surgir em seus fluidos corporais. Seu sangue não vai ferver, mas seu corpo vai inchar, você vai sentir muita dor, sua circulação sanguínea será prejudicada, e você vai perder a consciência. Você não vai explodir, mas seus pulmões se romperiam em segundos. Caso você sobreviva, ainda terá que lidar com terríveis queimaduras solares – e com algumas mutações em seu DNA que podem originar um câncer futuramente.
Para evitar esse destino sombrio, você precisa se abrigar em uma câmara pressurizada, aquecida e resistente à radiação. Uma dica: se o problema for só a radiação, você pode cobrir sua casa marciana com areia e pedras. Lá dentro, você vai precisar de oxigenadores mecânicos para reciclar o ar e torná-lo respirável novamente. Para manter os equipamentos funcionando, você pode utilizar seus painéis solares para captar energia.
Dar uma voltinha fora do abrigo requer um traje especial que o proteja da radiação e de temperaturas extremas, além de dispor de sistemas que permitam a respiração e equilibrem a pressão atmosférica. O uniforme completo, com todos os acessórios, pode pesar até 45 kg (considerando a gravidade na Terra).
Sem água, sem vida
Você não vai sobreviver em Marte (e em nenhum outro lugar) sem água. Primeira coisa: você não pode desperdiçar nenhuma gota, seja ela em forma de lágrima, suor e até urina. Para isso, você precisa de um sistema de utilização que permita destilar e purificar o líquido. E de onde obter mais água? Caso você não tenha oxigênio e hidrogênio à disposição para misturá-los em uma cabine até formar vapor, que poderia ser aquecido e condensado, a Ciência ainda pode ajudá-lo.
Há anos, os cientistas sabem que existe gelo no Planeta Vermelho. Depois de cavar um pouco, você vai ter à disposição cerca de 5 milhões de metros cúbicos de gelo próximos à superfície, os quais podem ser aquecidos até se converterem em água.
Se escavar não é o seu forte, você ainda tem a opção de utilizar a água salgada dos córregos marcianos, que foram descobertos pela equipe da Nasa e revelados ao mundo recentemente. Depois de coletar a salmoura, você vai precisar recorrer ao sistema de destilação e purificação.
Tá na mesa, pessoal!
Mesmo que você recorra à pizzaria mais rápida da Terra, um motoboy espacial levaria pelo menos 9 meses para entregar seu pedido em Marte. O jeito, portanto, vai ser você produzir seu próprio alimento.
Na Estação Espacial Internacional (ISS), os astronautas já foram bem-sucedidos ao cultivar alface. Para isso, eles precisaram de uma estufa pressurizada, sementes, argila, fertilizantes, LEDs vermelho, azul e verde na quantidade e intensidade mais adequadas para o vegetal e água. Depois de 33 dias, a alface estava pronta para ser consumida.
Outra opção a se considerar é a batata, que fornece uma elevada taxa de calorias por área de cultivo. Caso você tenha levado algumas batatas terrestres, basta dividi-las em pedaços menores e enterrá-los em uma porção de solo que esteja em ambiente pressurizado, moderadamente ensolarado e com temperatura controlada. Lembre-se: na falta de fertilizantes industrializados, você mesmo pode produzir o seu – basta que seu intestino funcione corretamente.
Quer andar de carro velho, amor?
Você não vai querer explorar o Planeta Vermelho a pé, certo? Para facilitar sua sobrevivência, é preciso ter um veículo capaz de ajudá-lo a desbravar os limites marcianos. Como você já deve imaginar, é essencial que seu carro tenha uma cabine pressurizada, seja carregado por energia solar e ofereça proteção contra partículas solares.
Além disso, para garantir a estabilidade, é interessante que ele tenha seis rodas, todas com movimentação de 360 graus. Cabine inclinável para ampliar o ângulo de visão, guinchos, cabos, escavadeira e guindaste também são bastante úteis. Se você ainda puder escolher mais um recurso, invista em uma porta adaptada para reduzir a perda de ar respirável ao entrar e sair do veículo.
Comunique-se!
Considerando que a Curiosity leva 20 horas para enviar 250 megabits à Terra – e ignorando o fato de que a transmissão é interrompida por limitações energéticas –, você até conseguiria estabelecer contato rapidamente com a Nasa. Para mandar um “SOS”, por exemplo, seriam necessários menos de 7 segundos, enquanto um “estou vivo” levaria 23 segundos.
Porém, se você está perdido e sozinho em Marte, desconfiamos que seus aparelhos de comunicação estejam com problemas. Nesse caso, você pode tentar chamar atenção da sua equipe de formas mais “rudimentares”, seja movimentando seu veículo, criando padrões com a posição dos painéis solares ou explodindo alguma coisa bem grande.
A esperança é a última que morre
Seus esforços serão em vão se você perder o foco. Sem ninguém para conversar e sem certezas sobre seu retorno à Terra, você pode começar a se sentir deprimido e perder a clareza de raciocínio. Por isso, é essencial manter seu cérebro ocupado, de preferência relembrando os conhecimentos científicos que podem ajudá-lo a sair dessa.
Além disso, você deve se concentrar nos pensamentos positivos, confiando que seus amigos, familiares e colegas farão de tudo para encontrá-lo.
Viva a experiência de se perder em Marte no cinema
O blockbuster “Perdido em Marte”, que estreou em 1º de outubro de 2015, leva para as telonas os desafios enfrentados pelo astronauta Mark Watney (Matt Damon) ao ficar absolutamente sozinho no Planeta Vermelho.
Ninguém sabe que Watney está vivo, mas ele decide que não vai morrer ali e usa todo o seu conhecimento científico para enfrentar os perigos de um local hostil – e sem perder o bom humor. Uma homenagem à Ciência com diversão e emoção garantidas!
Este infográfico é um publieditorial patrocinado pela Fox Filmes.
Wellington
Quem vê empresas como Intel e AMD em suas posições de destaque no mercado de hardware não faz ideia do que elas já passaram ao longo de seus quase cinquenta anos de existência.
Elas já foram bem menores, batalharam no mercado de hardware, desenvolveram diferentes tecnologias, deram tiros para todos os lados e lutaram várias vezes para ver quem ficava no topo.
Pensando na longa história e nas tantas reviravoltas dessas duas, nós resolvemos separar alguns fatos curiosos para você ficar sabendo mais sobre algumas ideias improváveis delas e como chegaram onde estão hoje.
6. Os chefes já trabalharam juntos
Que elas são concorrentes, todo mundo já sabe, mas a história nos mostra que um dia, antes de seguirem caminhos separados e serem rivais, os fundadores da AMD e da Intel já trabalharam na mesma empresa. Pois é, eles não nasceram milionários nem eram donos da empresa.

Gordon Moore, co-fundador da Intel, e Jerry Sanders, a mente por trás da AMD, foram colegas na Fairchild Semiconductors — que foi responsável pela criação do primeiro Circuito Integrado. Eles se conheceram pouco antes de resolverem entrar para o mercado de hardware – em 1968, ano em que a Intel foi fundada, e em 1969, quando surgiu a AMD.
5. Trabalhando em parceria
A Intel e a AMD estão na corrida pelo topo desde o começo, mas a primeira se mostrou pioneira ao desenvolver algumas tecnologias importantes para a popularização dos computadores domésticos.
Uma das ideias da Intel que mais deu certo foi a invenção da arquitetura x86. Entretanto, a fabricante de computadores era a IBM (que criou a marca PC) e ela não aceitou que a Intel fosse a única fornecedora de chips.

Dessa forma, a Intel cedeu sua tecnologia para a AMD e elas entraram num acordo de 10 anos para fornecer chips para suprir a demanda crescente de componentes. O contrato também foi vantajoso para a Intel, que pôde conseguir acesso a várias tecnologias da AMD.
4. AMD inventou as CPUs de 64 bits
Quem é antenado em artigos sobre hardware sabe que a AMD sempre se destacou pela inovação, algo notável principalmente nos últimos 20 anos.
A Intel foi responsável pela arquitetura x86, que é compatível com softwares de 32 bits, mas foi a AMD que inventou a arquitetura de 64 bits, tanto que o padrão recebeu o nome de AMD64. A Intel seguiu esta ideia e a adotou já na linha de produtos Pentium 4.

Além dessa invenção, a AMD foi a responsável por impulsionar os processadores de múltiplos núcleos no segmento dos desktops. A companhia foi pioneira no desenvolvimento do processador de dois núcleos, bem como na introdução de APUs (unidades de processamento que já trazem chip gráfico) aos consumidores.
3. Você conhece a Moore Noyce Electronics?
Escolher o nome de uma empresa não é tarefa fácil, já que é preciso considerar questões fonéticas, de marketing e outras variáveis que podem influenciar de várias formas. Pois bem, antes de se chamar Intel, os fundadores da companhia cogitaram nomeá-la como “Moore Noyce Electronics”.
O nome fazia referência aos sobrenomes de Gordon E. Moore e Robert N. Noyce, responsáveis pela criação da fabricante. Como a pronúncia era parecida com More Noise, que significa “mais ruído”, eles resolveram criar outro nome.

Outro possível nome seria “Integrated Electronics”, mas eles não gostaram da ideia e aproveitaram as primeiras sílabas de cada palavra, daí o nome “Intel”. A marca foi adquirida por 15 mil dólares da rede de hóteis Intelco.
2. Relógios Intel Inside
A Intel já fez muito barulho no mercado de computadores, mas ela também já teve algumas ideias bem inesperadas. Lá em 1972, por exemplo, a empresa tentou abraçar a fabricação de relógios.

A decisão veio depois da compra da Microma, empresa especializada principalmente em relógios eletrônicos. No fundo, a ideia fazia muito sentido, mas os preços caíram muito, o que forçou a Intel a vender a Microma em 1978.
1. A AMD era dona da tecnologia Adreno
A comprar da ATI foi um passo gigantesco para a AMD, sendo que muitos criticam os valores da negociação. Apesar disso, a AMD abraçou um novo segmento e obteve acesso a uma infinidade de patentes da principal concorrente da NVIDIA.

Uma das tecnologias mais promissoras que era de propriedade da AMD era os chips Imageon, focados em processamento gráfico para dispositivos portáteis. Acontece que a AMD não tinha interesse nesta área, e por isso vendeu os direitos para a Qualcomm, que usou as patentes para criar os chips gráficos Adreno. Hoje, eles são usados em muitos celulares com Android.
Líderes de mercado
Essas são apenas algumas curiosidades sobre a Intel e a AMD. Atualmente, a Intel é líder em vendas de processadores para PCs, mas a AMD domina nos video games — sendo fornecedora dos componentes para Sony, Microsoft e Nintendo. A competição é realmente estimulante e curiosa!
Quem vê empresas como Intel e AMD em suas posições de destaque no mercado de hardware não faz ideia do que elas já passaram ao longo de seus quase cinquenta anos de existência.
Elas já foram bem menores, batalharam no mercado de hardware, desenvolveram diferentes tecnologias, deram tiros para todos os lados e lutaram várias vezes para ver quem ficava no topo.
Pensando na longa história e nas tantas reviravoltas dessas duas, nós resolvemos separar alguns fatos curiosos para você ficar sabendo mais sobre algumas ideias improváveis delas e como chegaram onde estão hoje.
6. Os chefes já trabalharam juntos
Que elas são concorrentes, todo mundo já sabe, mas a história nos mostra que um dia, antes de seguirem caminhos separados e serem rivais, os fundadores da AMD e da Intel já trabalharam na mesma empresa. Pois é, eles não nasceram milionários nem eram donos da empresa.

Gordon Moore, co-fundador da Intel, e Jerry Sanders, a mente por trás da AMD, foram colegas na Fairchild Semiconductors — que foi responsável pela criação do primeiro Circuito Integrado. Eles se conheceram pouco antes de resolverem entrar para o mercado de hardware – em 1968, ano em que a Intel foi fundada, e em 1969, quando surgiu a AMD.
5. Trabalhando em parceria
A Intel e a AMD estão na corrida pelo topo desde o começo, mas a primeira se mostrou pioneira ao desenvolver algumas tecnologias importantes para a popularização dos computadores domésticos.
Uma das ideias da Intel que mais deu certo foi a invenção da arquitetura x86. Entretanto, a fabricante de computadores era a IBM (que criou a marca PC) e ela não aceitou que a Intel fosse a única fornecedora de chips.

Dessa forma, a Intel cedeu sua tecnologia para a AMD e elas entraram num acordo de 10 anos para fornecer chips para suprir a demanda crescente de componentes. O contrato também foi vantajoso para a Intel, que pôde conseguir acesso a várias tecnologias da AMD.
4. AMD inventou as CPUs de 64 bits
Quem é antenado em artigos sobre hardware sabe que a AMD sempre se destacou pela inovação, algo notável principalmente nos últimos 20 anos.
A Intel foi responsável pela arquitetura x86, que é compatível com softwares de 32 bits, mas foi a AMD que inventou a arquitetura de 64 bits, tanto que o padrão recebeu o nome de AMD64. A Intel seguiu esta ideia e a adotou já na linha de produtos Pentium 4.

Além dessa invenção, a AMD foi a responsável por impulsionar os processadores de múltiplos núcleos no segmento dos desktops. A companhia foi pioneira no desenvolvimento do processador de dois núcleos, bem como na introdução de APUs (unidades de processamento que já trazem chip gráfico) aos consumidores.
3. Você conhece a Moore Noyce Electronics?
Escolher o nome de uma empresa não é tarefa fácil, já que é preciso considerar questões fonéticas, de marketing e outras variáveis que podem influenciar de várias formas. Pois bem, antes de se chamar Intel, os fundadores da companhia cogitaram nomeá-la como “Moore Noyce Electronics”.
O nome fazia referência aos sobrenomes de Gordon E. Moore e Robert N. Noyce, responsáveis pela criação da fabricante. Como a pronúncia era parecida com More Noise, que significa “mais ruído”, eles resolveram criar outro nome.

Outro possível nome seria “Integrated Electronics”, mas eles não gostaram da ideia e aproveitaram as primeiras sílabas de cada palavra, daí o nome “Intel”. A marca foi adquirida por 15 mil dólares da rede de hóteis Intelco.
2. Relógios Intel Inside
A Intel já fez muito barulho no mercado de computadores, mas ela também já teve algumas ideias bem inesperadas. Lá em 1972, por exemplo, a empresa tentou abraçar a fabricação de relógios.

A decisão veio depois da compra da Microma, empresa especializada principalmente em relógios eletrônicos. No fundo, a ideia fazia muito sentido, mas os preços caíram muito, o que forçou a Intel a vender a Microma em 1978.
1. A AMD era dona da tecnologia Adreno
A comprar da ATI foi um passo gigantesco para a AMD, sendo que muitos criticam os valores da negociação. Apesar disso, a AMD abraçou um novo segmento e obteve acesso a uma infinidade de patentes da principal concorrente da NVIDIA.

Uma das tecnologias mais promissoras que era de propriedade da AMD era os chips Imageon, focados em processamento gráfico para dispositivos portáteis. Acontece que a AMD não tinha interesse nesta área, e por isso vendeu os direitos para a Qualcomm, que usou as patentes para criar os chips gráficos Adreno. Hoje, eles são usados em muitos celulares com Android.
Líderes de mercado
Essas são apenas algumas curiosidades sobre a Intel e a AMD. Atualmente, a Intel é líder em vendas de processadores para PCs, mas a AMD domina nos video games — sendo fornecedora dos componentes para Sony, Microsoft e Nintendo. A competição é realmente estimulante e curiosa!
Wellington
Nosso cérebro costuma nos fazer lembrar das informações que mais usamos, as mais importantes, digamos assim. Por isso nem sempre conseguimos dizer com exatidão o que comemos no almoço há cinco dias ou, talvez, a roupa que usamos nessa mesma ocasião. Às vezes, no entanto, acabamos tendo dificuldades para guardar informações que são, de fato, fundamentais.
Mesmo fora da escola, estamos aprendendo coisas novas a todo o momento. Aprender, inclusive, é uma de nossas capacidades mais poderosas, e aprender alguma coisa significa se lembrar dessa mesma coisa.
O problema é que nem sempre conseguimos guardar memórias por muito tempo, e técnicas como as ensinadas em cursinhos, por exemplo, com macetes e musiquinhas, nem sempre ajudam em longo prazo. A revista Time reuniu uma série de truques que prometem melhorar a vida de quem não se lembra das coisas com facilidade.
Antes de qualquer coisa, porém, uma boa notícia: quando você demora e tem dificuldade para aprender algo novo, é bem possível que, no final das contas, você acabe aprendendo essa coisa DE VERDADE. “O aprendizado que é fácil é como a escrita na areia: está aqui hoje, mas vai embora amanhã”, resumiram os autores deste estudo. A seguir, saiba quais são as técnicas que podem melhorar a forma como você aprende novas informações:
1 – O resgate de informações
Quando tentamos nos lembrar de alguma ideia, estamos resgatando uma memória. Uma forma eficaz de fazer esse resgate é anotar os pontos principais do que você precisa lembrar em post-its ou em um caderninho de anotações – provavelmente você já ouviu alguém dizendo que, apesar de fazer “cola” para uma prova (que feio, hein!), não precisou recorrer às anotações porque se lembrou de todas elas. Isso acontece porque nos lembramos melhor daquilo que colocamos no papel.
2 – Conexão de ideias
Ao explicar um conceito para alguém, você está elaborando uma conexão de ideias. A lógica aqui é simples: para saber se você entendeu determinado assunto, tente falar sobre ele para outra pessoa. Quanto melhor e mais clara for a sua explicação, melhor é o seu entendimento a respeito desse tema.
Se a coisa não estiver indo muito bem com a sua explicação, o jeito é treinar um pouco melhor e tentar explicar de novo. Esse exercício vai certamente fazer com que você memorize melhor a informação de que precisa. Não custa tentar.
3 – Intercalando assuntos
Quando você trabalha com coisas variadas, está intercalando assuntos, e isso é ótimo para o seu aprendizado e para melhorar a qualidade da sua memória. Jogadores de futebol, por exemplo, intercalam exercícios durante seus treinos, transformando a prática em uma espécie de gincana. Essa mistura de exercícios melhora o desempenho final dos atletas em campo. Com as informações que você aprende é a mesma coisa: você vai gravar melhor o que precisar se conseguir intercalar vários exemplos.
4 – Tente deduzir a resposta
Quando alguém faz uma pergunta e você fica tentando deduzir qual é a resposta certa, você está ajudando seu cérebro a guardar melhor determinada informação. A verdade é que quando tentamos descobrir a resposta antes de alguém nos contar qual é, acabamos exercitando nossa memória ao tentar revisar tudo o que vem à mente e que tenha relação com o tema.
Se você tiver sucesso na sua missão de tentar deduzir a resposta, vai se lembrar dela com muito mais facilidade do que aconteceria se alguém simplesmente explicasse tudo para você. Então da próxima vez que aquele seu professor perguntar se alguém sabe da resposta para determinada questão, lembre-se disso: tentar deduzir é ótimo para o aprendizado.
5 – Avaliação e reflexão
Antes da temida prova final, o professor resolve fazer um aulão com a revisão dos pontos principais da matéria. Depois que o aulão acaba, você se esforça para lembrar os tópicos abordados pelo professor. Esse exercício é fundamental para a sua memória. Enquanto tenta se lembrar de tudo, você acaba percebendo o que foi abordado, reconhecendo seus pontos fracos, vendo como pode melhorar e estabelecendo conexões de memória.
Uma pesquisa feita em Harvard revelou que fazer essa avaliação por escrito é algo realmente eficaz quando o assunto é melhorar o desempenho profissional ou acadêmico: colocar no papel aquilo que você se lembra de ter ouvido na aula ou na reunião de trabalho, todos os dias, em um exercício rápido de 15 minutos, pode elevar seu desempenho em até 23%.
6 – Macetes mnemônicos
Aí está uma especialidade dos professores de cursinho, que criam siglas, analogias, musiquinhas e formas diferentes de fazer com que fórmulas e conceitos fiquem impregnados na memória dos vestibulandos. Os autores do estudo explicam que esse tipo de recurso pode não ser o melhor quando o assunto é se lembrar de algum conceito a longo prazo, mas ajuda quando a informação não precisa ficar conosco por muito tempo.
7 – Calibragem
Quando você tem um retorno negativo a respeito do seu desempenho, você está calibrando aquilo que realmente sabe. É bastante comum que tenhamos o que a ciência chama de “ilusão cognitiva”, que é quando achamos que sabemos sobre determinado assunto, mas na verdade não entendemos tanto assim sobre ele.
É por isso que ouvir de algum amigo, do seu professor ou do seu chefe que você pode aprender mais sobre algum tema específico é uma boa forma de resolver essa ilusão cognitiva. Quando for criticado, então, agradeça.
Nosso cérebro costuma nos fazer lembrar das informações que mais usamos, as mais importantes, digamos assim. Por isso nem sempre conseguimos dizer com exatidão o que comemos no almoço há cinco dias ou, talvez, a roupa que usamos nessa mesma ocasião. Às vezes, no entanto, acabamos tendo dificuldades para guardar informações que são, de fato, fundamentais.
Mesmo fora da escola, estamos aprendendo coisas novas a todo o momento. Aprender, inclusive, é uma de nossas capacidades mais poderosas, e aprender alguma coisa significa se lembrar dessa mesma coisa.
O problema é que nem sempre conseguimos guardar memórias por muito tempo, e técnicas como as ensinadas em cursinhos, por exemplo, com macetes e musiquinhas, nem sempre ajudam em longo prazo. A revista Time reuniu uma série de truques que prometem melhorar a vida de quem não se lembra das coisas com facilidade.
Antes de qualquer coisa, porém, uma boa notícia: quando você demora e tem dificuldade para aprender algo novo, é bem possível que, no final das contas, você acabe aprendendo essa coisa DE VERDADE. “O aprendizado que é fácil é como a escrita na areia: está aqui hoje, mas vai embora amanhã”, resumiram os autores deste estudo. A seguir, saiba quais são as técnicas que podem melhorar a forma como você aprende novas informações:
1 – O resgate de informações
Quando tentamos nos lembrar de alguma ideia, estamos resgatando uma memória. Uma forma eficaz de fazer esse resgate é anotar os pontos principais do que você precisa lembrar em post-its ou em um caderninho de anotações – provavelmente você já ouviu alguém dizendo que, apesar de fazer “cola” para uma prova (que feio, hein!), não precisou recorrer às anotações porque se lembrou de todas elas. Isso acontece porque nos lembramos melhor daquilo que colocamos no papel.
2 – Conexão de ideias
Ao explicar um conceito para alguém, você está elaborando uma conexão de ideias. A lógica aqui é simples: para saber se você entendeu determinado assunto, tente falar sobre ele para outra pessoa. Quanto melhor e mais clara for a sua explicação, melhor é o seu entendimento a respeito desse tema.
Se a coisa não estiver indo muito bem com a sua explicação, o jeito é treinar um pouco melhor e tentar explicar de novo. Esse exercício vai certamente fazer com que você memorize melhor a informação de que precisa. Não custa tentar.
3 – Intercalando assuntos
Quando você trabalha com coisas variadas, está intercalando assuntos, e isso é ótimo para o seu aprendizado e para melhorar a qualidade da sua memória. Jogadores de futebol, por exemplo, intercalam exercícios durante seus treinos, transformando a prática em uma espécie de gincana. Essa mistura de exercícios melhora o desempenho final dos atletas em campo. Com as informações que você aprende é a mesma coisa: você vai gravar melhor o que precisar se conseguir intercalar vários exemplos.
4 – Tente deduzir a resposta
Quando alguém faz uma pergunta e você fica tentando deduzir qual é a resposta certa, você está ajudando seu cérebro a guardar melhor determinada informação. A verdade é que quando tentamos descobrir a resposta antes de alguém nos contar qual é, acabamos exercitando nossa memória ao tentar revisar tudo o que vem à mente e que tenha relação com o tema.
Se você tiver sucesso na sua missão de tentar deduzir a resposta, vai se lembrar dela com muito mais facilidade do que aconteceria se alguém simplesmente explicasse tudo para você. Então da próxima vez que aquele seu professor perguntar se alguém sabe da resposta para determinada questão, lembre-se disso: tentar deduzir é ótimo para o aprendizado.
5 – Avaliação e reflexão
Antes da temida prova final, o professor resolve fazer um aulão com a revisão dos pontos principais da matéria. Depois que o aulão acaba, você se esforça para lembrar os tópicos abordados pelo professor. Esse exercício é fundamental para a sua memória. Enquanto tenta se lembrar de tudo, você acaba percebendo o que foi abordado, reconhecendo seus pontos fracos, vendo como pode melhorar e estabelecendo conexões de memória.
Uma pesquisa feita em Harvard revelou que fazer essa avaliação por escrito é algo realmente eficaz quando o assunto é melhorar o desempenho profissional ou acadêmico: colocar no papel aquilo que você se lembra de ter ouvido na aula ou na reunião de trabalho, todos os dias, em um exercício rápido de 15 minutos, pode elevar seu desempenho em até 23%.
6 – Macetes mnemônicos
Aí está uma especialidade dos professores de cursinho, que criam siglas, analogias, musiquinhas e formas diferentes de fazer com que fórmulas e conceitos fiquem impregnados na memória dos vestibulandos. Os autores do estudo explicam que esse tipo de recurso pode não ser o melhor quando o assunto é se lembrar de algum conceito a longo prazo, mas ajuda quando a informação não precisa ficar conosco por muito tempo.
7 – Calibragem
Quando você tem um retorno negativo a respeito do seu desempenho, você está calibrando aquilo que realmente sabe. É bastante comum que tenhamos o que a ciência chama de “ilusão cognitiva”, que é quando achamos que sabemos sobre determinado assunto, mas na verdade não entendemos tanto assim sobre ele.
É por isso que ouvir de algum amigo, do seu professor ou do seu chefe que você pode aprender mais sobre algum tema específico é uma boa forma de resolver essa ilusão cognitiva. Quando for criticado, então, agradeça.
Wellington





