Se você já abriu o Windows Explorer, você viu que a unidade de disco na qual o Windows está instalado é, geralmente, a unidade C:. Caso seu PC possua mais de um HD, ou se vc tiver particionado o HD dele, haverá também um disco D:. E, se o seu computador tiver um leitor de DVD ou Blu-ray, ele será o E:.
Outras unidades, como HDs externos, Pendrives e cartões de memória serão chamadas por letras dí para frente: F:, G:, H:, e por aí vai. Mas você já se perguntou por que a nomeação começa pela letra C, em vez de A? Já se perguntou onde estão as unidades A: e B:? Se sim, continue lendo.
Disquetes
Por incrível que pareça, a resposta tem a ver com disquetes. Os tradicionais "floppy disks", que hoje em dia só sobrevivem como ícone que representa "salvar" em alguns programas, em um momento da história da computação foram a principal fonte de entrada de dados em computadores.
Por esse motivo, antigamente, a unidade A: era dedicada aos disquetes. O mais "moderno" deles, esse azulzinho da foto, podia conter impressionantes (para a época) 1,44MB de dados. Ou seja, ele mal seria capaz de conter uma foto em alta resolução hoje em dia.
Essa dificuldade em armazenar dados trazia problemas, por exemplo, na hora de instalar programas. Por menores que eles fossem, os programas costumavam ocupar mais de um disquete. Programas mais pesados chegavam a ocupar mais de dez disquetes.
E, na hora de instalá-los, era necessário inserir um, esperar ele ser copiado, depois colocar outro, e por assim vai, até que os discos acabassem. Nesse momento, ainda era necessário colocar de novo o primeiro disquete para rodar o programa.
De forma a lidar com a inconveniência de precisar ficar trocando de disquete toda hora, alguns computadores vinham com duas unidades de disquete. Com isso, era possível passar mais dados para o computador ao mesmo tempo, e trocar de disquete menos vezes. Essas duas unidades eram, então, as unidades A: e B:.
Discos rígidos
Em inglês, os disquinhos coloridos eram chamados de "floppy disks", um nome cuja tradução aproximada é "discos moles". Por isso, quando foi lançada a tecnologia dos HDs atuais, que podiam armazenar muito mais dados, eles foram chamados, por oposição, de "discos rígidos".

Eles chegaram, no entanto, a um mercado que já estava cheio de unidades de disquetes. Quando eram adicionados a um computador, em geral vinham depois de duas outras unidades de disquetes. Por isso, eles recebiam normalmente a atribuição de unidade C:.
O Windows vinham em disquetes, e precisava ser instalado em um disco rígido. Era justo supor, portanto, que o disco rígido não seria a primeira unidade da máquina. Em geral, ele era instalado no disco C:, usando os discos A: e B: como entradas.
Quando os disquetes foram caindo em desuso e os HDs se tornaram mais comuns, as novas versões do Windows ainda eram instaladas na unidade C: para evitar problemas de compatibilidade.
Quando um computador antigo recebia uma nova versão do Windows, ela ainda precisaria ser instalada na unidade C: (já que as unidades A: e B: eram de disquete), então novas versões do sistema operacional da Microsoft sempre se acomodavam na unidade C:.
Esse padrão, inclusive, se mantém até hoje. Na hora de instalar o Windows, você até pode criar uma partição no seu sistema para chamar de A: ou B:. A unidade do Windows, no entanto, ainda precisa ser a C:. Mas, com o Windows 10 chegando, é possível que a Microsoft resolva deixar para trás essa lembrança do passado.
Se você já abriu o Windows Explorer, você viu que a unidade de disco na qual o Windows está instalado é, geralmente, a unidade C:. Caso seu PC possua mais de um HD, ou se vc tiver particionado o HD dele, haverá também um disco D:. E, se o seu computador tiver um leitor de DVD ou Blu-ray, ele será o E:.
Outras unidades, como HDs externos, Pendrives e cartões de memória serão chamadas por letras dí para frente: F:, G:, H:, e por aí vai. Mas você já se perguntou por que a nomeação começa pela letra C, em vez de A? Já se perguntou onde estão as unidades A: e B:? Se sim, continue lendo.
Disquetes
Por incrível que pareça, a resposta tem a ver com disquetes. Os tradicionais "floppy disks", que hoje em dia só sobrevivem como ícone que representa "salvar" em alguns programas, em um momento da história da computação foram a principal fonte de entrada de dados em computadores.
Por esse motivo, antigamente, a unidade A: era dedicada aos disquetes. O mais "moderno" deles, esse azulzinho da foto, podia conter impressionantes (para a época) 1,44MB de dados. Ou seja, ele mal seria capaz de conter uma foto em alta resolução hoje em dia.
Essa dificuldade em armazenar dados trazia problemas, por exemplo, na hora de instalar programas. Por menores que eles fossem, os programas costumavam ocupar mais de um disquete. Programas mais pesados chegavam a ocupar mais de dez disquetes.
E, na hora de instalá-los, era necessário inserir um, esperar ele ser copiado, depois colocar outro, e por assim vai, até que os discos acabassem. Nesse momento, ainda era necessário colocar de novo o primeiro disquete para rodar o programa.
De forma a lidar com a inconveniência de precisar ficar trocando de disquete toda hora, alguns computadores vinham com duas unidades de disquete. Com isso, era possível passar mais dados para o computador ao mesmo tempo, e trocar de disquete menos vezes. Essas duas unidades eram, então, as unidades A: e B:.
Discos rígidos
Em inglês, os disquinhos coloridos eram chamados de "floppy disks", um nome cuja tradução aproximada é "discos moles". Por isso, quando foi lançada a tecnologia dos HDs atuais, que podiam armazenar muito mais dados, eles foram chamados, por oposição, de "discos rígidos".

Eles chegaram, no entanto, a um mercado que já estava cheio de unidades de disquetes. Quando eram adicionados a um computador, em geral vinham depois de duas outras unidades de disquetes. Por isso, eles recebiam normalmente a atribuição de unidade C:.
O Windows vinham em disquetes, e precisava ser instalado em um disco rígido. Era justo supor, portanto, que o disco rígido não seria a primeira unidade da máquina. Em geral, ele era instalado no disco C:, usando os discos A: e B: como entradas.
Quando os disquetes foram caindo em desuso e os HDs se tornaram mais comuns, as novas versões do Windows ainda eram instaladas na unidade C: para evitar problemas de compatibilidade.
Quando um computador antigo recebia uma nova versão do Windows, ela ainda precisaria ser instalada na unidade C: (já que as unidades A: e B: eram de disquete), então novas versões do sistema operacional da Microsoft sempre se acomodavam na unidade C:.
Esse padrão, inclusive, se mantém até hoje. Na hora de instalar o Windows, você até pode criar uma partição no seu sistema para chamar de A: ou B:. A unidade do Windows, no entanto, ainda precisa ser a C:. Mas, com o Windows 10 chegando, é possível que a Microsoft resolva deixar para trás essa lembrança do passado.
Wellington
Infelizmente, a web é traiçoeira. Fazer downloads no Windows é um campo minado: você nunca sabe quando será pego de surpresa ao instalar um programa que traz consigo outro indesejado (ou mais).
Hao123, Ask, Babylon são grandes exemplos, mas há muitos outros. Eles tentam se esconder no instalador de programas legítimos e, quem não está atento, infelizmente, acaba levando a pior.
Na maior parte do tempo esses programas não são maliciosos, apesar da maneira pouco ética que usam para se instalar em seu computador. No entanto, eles podem atrapalhar sua conexão com a internet, reduzir o desempenho do seu PC e tudo mais. Resumindo: não é uma boa ideia deixá-los instalados.
Portanto, veja como removê-los da sua máquina.
Passo 1: Tente a desinstalação normal
Alguns desses programas não são tão traiçoeiros quanto parecem. Tente o procedimento normal de desinstalação entrando em Painel de Controle e em Desinstalar um programa. Escolha o software que deseja remover e prossiga com a desinstalação.
Seja persistente. Alguns destes programas tentam dissuadi-lo da desinstalação com truques como um botão de confirmação um pouco escondido. Não se deixe enganar por tais artifícios.
Se você puder, utilize o Revo Uninstaller. O programa complementa a desinstalação normal do programa fazendo também uma limpeza no registro do Windows e detectando outros arquivos que permaneçam na máquina depois da remoção do programa.
Passo 2: Limpe seu navegador
Procure por extensões que não deveriam estar instaladas no seu browser. No Chrome, isso pode ser feito entrando em Configurações e Extensões. Se achar algo de que não gosta, clique no ícone da lata de lixo para remover.
Já no Firefox, isso pode ser feito entrando em Complementos e Extensões. Clique em Excluir para desinstalar algo que não deveria estar lá.
Passo 2,5: Restaure as configurações do seu navegador
Se nada deu certo, você pode limpar todas as configurações e extensões do seu navegador.
No Firefox, isso pode ser feito pressionando o botão indicado na imagem abaixo. Selecione a opção Dados para suporte e clique no botão Restaurar o Firefox.
No Chrome, você precisa acessar a área de Configurações e pressione Mostrar configurações avançadas. Role a página até o último item, e pressione o botãoRedefinir configurações.
Passo 3: Limpe os atalhos
Essa é uma das maiores pegadinhas. Você pode remover os programas, mas ao abrir o seu navegador por meio de um atalho, sua página inicial ainda será a que o software definiu. É recomendável apagá-los e criar novos.
Passo 4: Faça uma varredura contra esse tipo de software
Este tipo de programa, chamado “Adware”, pode ser detectado e removido por algumas ferramentas específicas. Uma delas é o AdwCleaner, especializado neste tipo de praga.
O programa é bem fácil de usar e pode ser baixado por este link (sem Hao123 :p). Depois de instalar, é só pressionar Verificar para checar se há algum resquício do programa que você quer desinstalar. Depois da varredura, selecione os itens que gostaria de remover e clique em Limpar.
Infelizmente, a web é traiçoeira. Fazer downloads no Windows é um campo minado: você nunca sabe quando será pego de surpresa ao instalar um programa que traz consigo outro indesejado (ou mais).
Hao123, Ask, Babylon são grandes exemplos, mas há muitos outros. Eles tentam se esconder no instalador de programas legítimos e, quem não está atento, infelizmente, acaba levando a pior.
Na maior parte do tempo esses programas não são maliciosos, apesar da maneira pouco ética que usam para se instalar em seu computador. No entanto, eles podem atrapalhar sua conexão com a internet, reduzir o desempenho do seu PC e tudo mais. Resumindo: não é uma boa ideia deixá-los instalados.
Portanto, veja como removê-los da sua máquina.
Passo 1: Tente a desinstalação normal
Alguns desses programas não são tão traiçoeiros quanto parecem. Tente o procedimento normal de desinstalação entrando em Painel de Controle e em Desinstalar um programa. Escolha o software que deseja remover e prossiga com a desinstalação.
Seja persistente. Alguns destes programas tentam dissuadi-lo da desinstalação com truques como um botão de confirmação um pouco escondido. Não se deixe enganar por tais artifícios.
Se você puder, utilize o Revo Uninstaller. O programa complementa a desinstalação normal do programa fazendo também uma limpeza no registro do Windows e detectando outros arquivos que permaneçam na máquina depois da remoção do programa.
Passo 2: Limpe seu navegador
Procure por extensões que não deveriam estar instaladas no seu browser. No Chrome, isso pode ser feito entrando em Configurações e Extensões. Se achar algo de que não gosta, clique no ícone da lata de lixo para remover.
Já no Firefox, isso pode ser feito entrando em Complementos e Extensões. Clique em Excluir para desinstalar algo que não deveria estar lá.
Passo 2,5: Restaure as configurações do seu navegador
Se nada deu certo, você pode limpar todas as configurações e extensões do seu navegador.
No Firefox, isso pode ser feito pressionando o botão indicado na imagem abaixo. Selecione a opção Dados para suporte e clique no botão Restaurar o Firefox.
No Chrome, você precisa acessar a área de Configurações e pressione Mostrar configurações avançadas. Role a página até o último item, e pressione o botãoRedefinir configurações.
Passo 3: Limpe os atalhos
Essa é uma das maiores pegadinhas. Você pode remover os programas, mas ao abrir o seu navegador por meio de um atalho, sua página inicial ainda será a que o software definiu. É recomendável apagá-los e criar novos.
Passo 4: Faça uma varredura contra esse tipo de software
Este tipo de programa, chamado “Adware”, pode ser detectado e removido por algumas ferramentas específicas. Uma delas é o AdwCleaner, especializado neste tipo de praga.
O programa é bem fácil de usar e pode ser baixado por este link (sem Hao123 :p). Depois de instalar, é só pressionar Verificar para checar se há algum resquício do programa que você quer desinstalar. Depois da varredura, selecione os itens que gostaria de remover e clique em Limpar.
Wellington
Fibras ópticas não são todas iguais
O que são fibras ópticas monomodo e multimodo? E porque escolher entre uma e outra pode fazer toda a diferença no seu projeto?
Nem todo mundo sabe, mas há mais de um tipo de fibra óptica no mercado. A escolha entre os modelos disponíveis pode determinar não só se a montagem da rede sairá mais cara ou mais barata, mas se vai funcionar direito.
As fibras se dividem basicamente em multimodo ou monomodo. Por fora elas são bem parecidas e, por serem muito pequenas, é praticamente impossível distingui-las a olho nu. Até o observador mais atento pode se enganar com elas, porque suas medidas também são muito próximas.
Por dentro da fibra
O cabo de fibra óptica é construído de três camadas: o revestimento (parte externa), a casca e o núcleo - que precisam ser constituídos de material reflexivo. Na parte interna, a luz viaja rapidamente enquanto se choca com as bordas, num efeito semelhante ao dos raios de Sol quando batem num espelho.
Os cabos multimodo têm o núcleo menos denso. Por isso, esse núcleo é mais largo e a luz ganha mais espaço para “quicar” lá dentro. Assim, é possível termos o trânsito de vários feixes de luz simultaneamente, desde que tenham o mesmo comprimento de onda. Com essas características, no entanto, o alcance do feixe de luz é menor. A exemplo do Sol: quanto mais a luz bate nas bordas do cabo, mais fraca ela fica - como ocorre com a luz do Sol, que vai sumindo quando refletida de um espelho a outro.
Essas características fazem com que os cabos multimodo sejam uma má escolha para transmissões externas, pois eles têm um alcance máximo de cerca de 2 km. Por outro lado, são ideais para redes internas que interligam computadores em empresas e instituições de ensino, por exemplo.
Menos reflexão, mais distância
Para alcances maiores é preciso usar cabos monomodo, que, ao contrário dos multimodo, têm núcleos mais densos. Dessa forma, cabe apenas um feixe de luz lá dentro, mas ele viaja a longas distâncias sem muita necessidade de se apoiar nas bordas, o que causa menos danos ao sinal.
Os conversores e transceivers voltados a fibras multimodo são mais baratos, pois não precisam usar fontes de luz de qualidade elevada e, geralmente, operam com LED. Já os equipamentos destinados ao monomodo são mais caros, pois usam laser, e a sua potência deve ser proporcional à distância que se deseja alcançar. É preciso prestar atenção a essa questão porque os switches costumam ser compatíveis tanto com fibras multimodo quanto monomodo. Os transceivers são diferentes. Ao escolher o transceiver, você precisará analisar o modelo adequado para uma rede de menor ou de maior alcance.
Fibras ópticas não são todas iguais
O que são fibras ópticas monomodo e multimodo? E porque escolher entre uma e outra pode fazer toda a diferença no seu projeto?
Nem todo mundo sabe, mas há mais de um tipo de fibra óptica no mercado. A escolha entre os modelos disponíveis pode determinar não só se a montagem da rede sairá mais cara ou mais barata, mas se vai funcionar direito.
As fibras se dividem basicamente em multimodo ou monomodo. Por fora elas são bem parecidas e, por serem muito pequenas, é praticamente impossível distingui-las a olho nu. Até o observador mais atento pode se enganar com elas, porque suas medidas também são muito próximas.
Por dentro da fibra
O cabo de fibra óptica é construído de três camadas: o revestimento (parte externa), a casca e o núcleo - que precisam ser constituídos de material reflexivo. Na parte interna, a luz viaja rapidamente enquanto se choca com as bordas, num efeito semelhante ao dos raios de Sol quando batem num espelho.
Os cabos multimodo têm o núcleo menos denso. Por isso, esse núcleo é mais largo e a luz ganha mais espaço para “quicar” lá dentro. Assim, é possível termos o trânsito de vários feixes de luz simultaneamente, desde que tenham o mesmo comprimento de onda. Com essas características, no entanto, o alcance do feixe de luz é menor. A exemplo do Sol: quanto mais a luz bate nas bordas do cabo, mais fraca ela fica - como ocorre com a luz do Sol, que vai sumindo quando refletida de um espelho a outro.
Essas características fazem com que os cabos multimodo sejam uma má escolha para transmissões externas, pois eles têm um alcance máximo de cerca de 2 km. Por outro lado, são ideais para redes internas que interligam computadores em empresas e instituições de ensino, por exemplo.
Menos reflexão, mais distância
Para alcances maiores é preciso usar cabos monomodo, que, ao contrário dos multimodo, têm núcleos mais densos. Dessa forma, cabe apenas um feixe de luz lá dentro, mas ele viaja a longas distâncias sem muita necessidade de se apoiar nas bordas, o que causa menos danos ao sinal.
Os conversores e transceivers voltados a fibras multimodo são mais baratos, pois não precisam usar fontes de luz de qualidade elevada e, geralmente, operam com LED. Já os equipamentos destinados ao monomodo são mais caros, pois usam laser, e a sua potência deve ser proporcional à distância que se deseja alcançar. É preciso prestar atenção a essa questão porque os switches costumam ser compatíveis tanto com fibras multimodo quanto monomodo. Os transceivers são diferentes. Ao escolher o transceiver, você precisará analisar o modelo adequado para uma rede de menor ou de maior alcance.
Wellington
1. Bill Gates nunca foi pobre
Ao contrário do mito popular, Gates nunca foi pobre. Seu bisavô fundou um banco que mais tarde passou a ser de seu avô e seu pai era um advogado importante. A família teria criado um fundo fiduciário de milhões de dólares para ele quando ele era apenas uma criança.
2. Primeiro programaAos 17 anos, Bill Gates vendeu seu primeiro programa de computador por US$ 4,2 mil. Era um sistema de calendário para a escola onde ele estudava.

3. Gênio na faculdade
No segundo ano de faculdade, ele resolveu um complexo problema de matemática sobre a classificação de panquecas. O método foi publicado em uma revista acadêmica e permaneceu como o melhor caminho para resolver o problema durante 30 anos.
4. Jato particular
Bill Gates tem um avião que costuma chamar de "seu grande alarde". A aeronave é um Bombardier BD-700 Global Express, com capacidade para 19 pessoas e valor estimado de US$ 40 milhões.

5. Sem papas na línguaEnquanto estava na Microsoft, Gates era conhecido por explicitar suas opiniões muitas vezes usando palavrões. "Bill poderia ser mordaz, mas eu pessoalmente nunca o vi atacar ninguém pessoalmente. - Apenas as idéias", conta uma pessoa que trabalhou com ele. Alguns funcionários afirmam ainda que ele era capaz de interromper apresentações com a seguinte frase: "Isso é a coisa mais estúpida que eu já
ouvi".
6. Motorista perigoso
Gates costumava colecionar Porsches que dirigia em alta velocidade. Além de ter sido preso em 1977 por digirir sem habilitação, o fundador da Microsoft teve que contratar um advogado especializado em trânsito. Ele chegou a bater no carro de um funcionário da empresa uma vez, mas deixou um bilhete explicando o que havia acontecido e se responsabilizando pelo conserto.

7. DestemidoNa década de 1980, Gates e Allen perderam um voo no aeroporto de San Francisco. Gates entrou na sala de controle do aeroporto e começou a apertar uma série de botões. Apesar de ter cometido um crime, ele não foi preso: o avião voltou para buscá-los.
8. Piadas nerdsBill Gates tem um enorme senso de humor inclinado para piadas nerds.

9. CaridadeA expectativa de Gates é de que ele doe mais de US $ 100 bilhões para a caridade ao longo de sua vida. Apesar do alto valor que pretende doar, ele não se considera como um grande filantropo.
E nem todo o trabalho de caridade do fundador da Microsoft é feito através de sua fundação. Ele tem trabalhado pessoalmente em alguns projetos, como encontrar uma maneira de fornecer energia limpa para todas as comunidades pobres do mundo.
10. Além da Microsoft
A Microsoft não é mais a principal fonte de sua riqueza. Durante anos Bill Gates investiu em outros negócios, com o objetivo de financiar seu trabalho de caridade. Para saber onde colocar dinheiro, ele conta com a ajuda de Michael Larson, seu gerente de negócios.

11. O homem mais rico do mundo
Apesar de doar milhares de milhões de dólares por ano, Bill Gates ainda está ficando rico mais rápido do que consegue doar seu dinheiro para a caridade. A explicação para o fato são as grandes participações empresariais que ele possui.

12. Amigo de JobsAntes de brigarem, Jobs e Gates costumavam sair com suas respectivas namoradas. Os dois CEOs foram concorrentes em grande parte de suas vidas, mas segundo Gates "sempre mantiveram um certo respeito e comunicação". Mais tarde, quando Jobs estava bastante debilitado, o amigo escreveu uma carta reconhecendo o grande trabalho do fundador da Apple: "Você deve se orgulhar do seu trabalho e da empresa que construiu", escreveu ele.
13. Vendendo a Microsoft
Bill Gates já não é o maior acionista da Microsoft. A cada mês, Gates vende um pedaço de sua parte na empresa. Em 2014, Steve Ballmer tornou-se oficialmente o maior acionista da companhia.

14. Sir Gates
Em 2005, ele recebeu o título de cavaleiro e ser agraciado com a Ordem KBE pelas mãos da rainha Elizabeth da Inglaterra devido às suas contribuições filantrópicas ao mundo.
Ao contrário do mito popular, Gates nunca foi pobre. Seu bisavô fundou um banco que mais tarde passou a ser de seu avô e seu pai era um advogado importante. A família teria criado um fundo fiduciário de milhões de dólares para ele quando ele era apenas uma criança.
2. Primeiro programaAos 17 anos, Bill Gates vendeu seu primeiro programa de computador por US$ 4,2 mil. Era um sistema de calendário para a escola onde ele estudava.
3. Gênio na faculdade
No segundo ano de faculdade, ele resolveu um complexo problema de matemática sobre a classificação de panquecas. O método foi publicado em uma revista acadêmica e permaneceu como o melhor caminho para resolver o problema durante 30 anos.
4. Jato particular
Bill Gates tem um avião que costuma chamar de "seu grande alarde". A aeronave é um Bombardier BD-700 Global Express, com capacidade para 19 pessoas e valor estimado de US$ 40 milhões.
5. Sem papas na línguaEnquanto estava na Microsoft, Gates era conhecido por explicitar suas opiniões muitas vezes usando palavrões. "Bill poderia ser mordaz, mas eu pessoalmente nunca o vi atacar ninguém pessoalmente. - Apenas as idéias", conta uma pessoa que trabalhou com ele. Alguns funcionários afirmam ainda que ele era capaz de interromper apresentações com a seguinte frase: "Isso é a coisa mais estúpida que eu já
ouvi".
6. Motorista perigoso
Gates costumava colecionar Porsches que dirigia em alta velocidade. Além de ter sido preso em 1977 por digirir sem habilitação, o fundador da Microsoft teve que contratar um advogado especializado em trânsito. Ele chegou a bater no carro de um funcionário da empresa uma vez, mas deixou um bilhete explicando o que havia acontecido e se responsabilizando pelo conserto.
7. DestemidoNa década de 1980, Gates e Allen perderam um voo no aeroporto de San Francisco. Gates entrou na sala de controle do aeroporto e começou a apertar uma série de botões. Apesar de ter cometido um crime, ele não foi preso: o avião voltou para buscá-los.
8. Piadas nerdsBill Gates tem um enorme senso de humor inclinado para piadas nerds.
9. CaridadeA expectativa de Gates é de que ele doe mais de US $ 100 bilhões para a caridade ao longo de sua vida. Apesar do alto valor que pretende doar, ele não se considera como um grande filantropo.
E nem todo o trabalho de caridade do fundador da Microsoft é feito através de sua fundação. Ele tem trabalhado pessoalmente em alguns projetos, como encontrar uma maneira de fornecer energia limpa para todas as comunidades pobres do mundo.
10. Além da Microsoft
A Microsoft não é mais a principal fonte de sua riqueza. Durante anos Bill Gates investiu em outros negócios, com o objetivo de financiar seu trabalho de caridade. Para saber onde colocar dinheiro, ele conta com a ajuda de Michael Larson, seu gerente de negócios.
11. O homem mais rico do mundo
Apesar de doar milhares de milhões de dólares por ano, Bill Gates ainda está ficando rico mais rápido do que consegue doar seu dinheiro para a caridade. A explicação para o fato são as grandes participações empresariais que ele possui.
12. Amigo de JobsAntes de brigarem, Jobs e Gates costumavam sair com suas respectivas namoradas. Os dois CEOs foram concorrentes em grande parte de suas vidas, mas segundo Gates "sempre mantiveram um certo respeito e comunicação". Mais tarde, quando Jobs estava bastante debilitado, o amigo escreveu uma carta reconhecendo o grande trabalho do fundador da Apple: "Você deve se orgulhar do seu trabalho e da empresa que construiu", escreveu ele.
13. Vendendo a Microsoft
Bill Gates já não é o maior acionista da Microsoft. A cada mês, Gates vende um pedaço de sua parte na empresa. Em 2014, Steve Ballmer tornou-se oficialmente o maior acionista da companhia.
14. Sir Gates
Em 2005, ele recebeu o título de cavaleiro e ser agraciado com a Ordem KBE pelas mãos da rainha Elizabeth da Inglaterra devido às suas contribuições filantrópicas ao mundo.
1. Bill Gates nunca foi pobre
Ao contrário do mito popular, Gates nunca foi pobre. Seu bisavô fundou um banco que mais tarde passou a ser de seu avô e seu pai era um advogado importante. A família teria criado um fundo fiduciário de milhões de dólares para ele quando ele era apenas uma criança.
2. Primeiro programaAos 17 anos, Bill Gates vendeu seu primeiro programa de computador por US$ 4,2 mil. Era um sistema de calendário para a escola onde ele estudava.

3. Gênio na faculdade
No segundo ano de faculdade, ele resolveu um complexo problema de matemática sobre a classificação de panquecas. O método foi publicado em uma revista acadêmica e permaneceu como o melhor caminho para resolver o problema durante 30 anos.
4. Jato particular
Bill Gates tem um avião que costuma chamar de "seu grande alarde". A aeronave é um Bombardier BD-700 Global Express, com capacidade para 19 pessoas e valor estimado de US$ 40 milhões.

5. Sem papas na línguaEnquanto estava na Microsoft, Gates era conhecido por explicitar suas opiniões muitas vezes usando palavrões. "Bill poderia ser mordaz, mas eu pessoalmente nunca o vi atacar ninguém pessoalmente. - Apenas as idéias", conta uma pessoa que trabalhou com ele. Alguns funcionários afirmam ainda que ele era capaz de interromper apresentações com a seguinte frase: "Isso é a coisa mais estúpida que eu já
ouvi".
6. Motorista perigoso
Gates costumava colecionar Porsches que dirigia em alta velocidade. Além de ter sido preso em 1977 por digirir sem habilitação, o fundador da Microsoft teve que contratar um advogado especializado em trânsito. Ele chegou a bater no carro de um funcionário da empresa uma vez, mas deixou um bilhete explicando o que havia acontecido e se responsabilizando pelo conserto.

7. DestemidoNa década de 1980, Gates e Allen perderam um voo no aeroporto de San Francisco. Gates entrou na sala de controle do aeroporto e começou a apertar uma série de botões. Apesar de ter cometido um crime, ele não foi preso: o avião voltou para buscá-los.
8. Piadas nerdsBill Gates tem um enorme senso de humor inclinado para piadas nerds.

9. CaridadeA expectativa de Gates é de que ele doe mais de US $ 100 bilhões para a caridade ao longo de sua vida. Apesar do alto valor que pretende doar, ele não se considera como um grande filantropo.
E nem todo o trabalho de caridade do fundador da Microsoft é feito através de sua fundação. Ele tem trabalhado pessoalmente em alguns projetos, como encontrar uma maneira de fornecer energia limpa para todas as comunidades pobres do mundo.
10. Além da Microsoft
A Microsoft não é mais a principal fonte de sua riqueza. Durante anos Bill Gates investiu em outros negócios, com o objetivo de financiar seu trabalho de caridade. Para saber onde colocar dinheiro, ele conta com a ajuda de Michael Larson, seu gerente de negócios.

11. O homem mais rico do mundo
Apesar de doar milhares de milhões de dólares por ano, Bill Gates ainda está ficando rico mais rápido do que consegue doar seu dinheiro para a caridade. A explicação para o fato são as grandes participações empresariais que ele possui.

12. Amigo de JobsAntes de brigarem, Jobs e Gates costumavam sair com suas respectivas namoradas. Os dois CEOs foram concorrentes em grande parte de suas vidas, mas segundo Gates "sempre mantiveram um certo respeito e comunicação". Mais tarde, quando Jobs estava bastante debilitado, o amigo escreveu uma carta reconhecendo o grande trabalho do fundador da Apple: "Você deve se orgulhar do seu trabalho e da empresa que construiu", escreveu ele.
13. Vendendo a Microsoft
Bill Gates já não é o maior acionista da Microsoft. A cada mês, Gates vende um pedaço de sua parte na empresa. Em 2014, Steve Ballmer tornou-se oficialmente o maior acionista da companhia.

14. Sir Gates
Em 2005, ele recebeu o título de cavaleiro e ser agraciado com a Ordem KBE pelas mãos da rainha Elizabeth da Inglaterra devido às suas contribuições filantrópicas ao mundo.
Ao contrário do mito popular, Gates nunca foi pobre. Seu bisavô fundou um banco que mais tarde passou a ser de seu avô e seu pai era um advogado importante. A família teria criado um fundo fiduciário de milhões de dólares para ele quando ele era apenas uma criança.
2. Primeiro programaAos 17 anos, Bill Gates vendeu seu primeiro programa de computador por US$ 4,2 mil. Era um sistema de calendário para a escola onde ele estudava.
3. Gênio na faculdade
No segundo ano de faculdade, ele resolveu um complexo problema de matemática sobre a classificação de panquecas. O método foi publicado em uma revista acadêmica e permaneceu como o melhor caminho para resolver o problema durante 30 anos.
4. Jato particular
Bill Gates tem um avião que costuma chamar de "seu grande alarde". A aeronave é um Bombardier BD-700 Global Express, com capacidade para 19 pessoas e valor estimado de US$ 40 milhões.
5. Sem papas na línguaEnquanto estava na Microsoft, Gates era conhecido por explicitar suas opiniões muitas vezes usando palavrões. "Bill poderia ser mordaz, mas eu pessoalmente nunca o vi atacar ninguém pessoalmente. - Apenas as idéias", conta uma pessoa que trabalhou com ele. Alguns funcionários afirmam ainda que ele era capaz de interromper apresentações com a seguinte frase: "Isso é a coisa mais estúpida que eu já
ouvi".
6. Motorista perigoso
Gates costumava colecionar Porsches que dirigia em alta velocidade. Além de ter sido preso em 1977 por digirir sem habilitação, o fundador da Microsoft teve que contratar um advogado especializado em trânsito. Ele chegou a bater no carro de um funcionário da empresa uma vez, mas deixou um bilhete explicando o que havia acontecido e se responsabilizando pelo conserto.
7. DestemidoNa década de 1980, Gates e Allen perderam um voo no aeroporto de San Francisco. Gates entrou na sala de controle do aeroporto e começou a apertar uma série de botões. Apesar de ter cometido um crime, ele não foi preso: o avião voltou para buscá-los.
8. Piadas nerdsBill Gates tem um enorme senso de humor inclinado para piadas nerds.
9. CaridadeA expectativa de Gates é de que ele doe mais de US $ 100 bilhões para a caridade ao longo de sua vida. Apesar do alto valor que pretende doar, ele não se considera como um grande filantropo.
E nem todo o trabalho de caridade do fundador da Microsoft é feito através de sua fundação. Ele tem trabalhado pessoalmente em alguns projetos, como encontrar uma maneira de fornecer energia limpa para todas as comunidades pobres do mundo.
10. Além da Microsoft
A Microsoft não é mais a principal fonte de sua riqueza. Durante anos Bill Gates investiu em outros negócios, com o objetivo de financiar seu trabalho de caridade. Para saber onde colocar dinheiro, ele conta com a ajuda de Michael Larson, seu gerente de negócios.
11. O homem mais rico do mundo
Apesar de doar milhares de milhões de dólares por ano, Bill Gates ainda está ficando rico mais rápido do que consegue doar seu dinheiro para a caridade. A explicação para o fato são as grandes participações empresariais que ele possui.
12. Amigo de JobsAntes de brigarem, Jobs e Gates costumavam sair com suas respectivas namoradas. Os dois CEOs foram concorrentes em grande parte de suas vidas, mas segundo Gates "sempre mantiveram um certo respeito e comunicação". Mais tarde, quando Jobs estava bastante debilitado, o amigo escreveu uma carta reconhecendo o grande trabalho do fundador da Apple: "Você deve se orgulhar do seu trabalho e da empresa que construiu", escreveu ele.
13. Vendendo a Microsoft
Bill Gates já não é o maior acionista da Microsoft. A cada mês, Gates vende um pedaço de sua parte na empresa. Em 2014, Steve Ballmer tornou-se oficialmente o maior acionista da companhia.
14. Sir Gates
Em 2005, ele recebeu o título de cavaleiro e ser agraciado com a Ordem KBE pelas mãos da rainha Elizabeth da Inglaterra devido às suas contribuições filantrópicas ao mundo.
Wellington
A Wi-Fi Alliance certificou ontem a tecnologia Wi-Fi Aware, que permite que dispositivos habilitados a acessar redes WiFi se comuniquem antes mesmo de se conectar via internet ou redes celulares. Na prática, a tecnologia faz com que todos os aparelhos aptos estejam continuamente "conscientes" dos outros dispositivos próximos.
De forma semelhante ao Bluetooth, equipamentos habilitados a utilizar essa tecnologia transmitirão continuamente informações sobre si. Além disso, eles também captarão informações sobre outros dispositivos próximos, e poderão se conectar caso os usuários desejem.
Ou seja, haverá uma rede de dados que unirá todos os aparelhos compatíveis com o novo padrão. O usuário, por sua vez, não precisará saber de todos eles; será possível selecionar apenas as informações relevantes que chegam ao seu dispositivo.
Aplicativos poderão acessar esses dados para oferecer funcionalidades interessantes aos usuários. O Facebook, por exemplo, poderá lhe avisar caso algum amigo seu esteja num local próximo, e abrir uma janela para que você mande mensagens para ele. Embora a tecnologia já tenha sido certificada, não há previsão de quando ela chegará ao mercado.
Com a nova tecnologia, será possível também compartilhar arquivos com outros usuários no mesmo local que você (um show, por exemplo), e acessar informações que fazem sentido em um determinado lugar e momento. O vídeo abaixo (em inglês) mostra como ela pode ser usada em um museu para transmitir informações sobre as obras expostas direto para smartphones habilitados.
A Wi-Fi Alliance certificou ontem a tecnologia Wi-Fi Aware, que permite que dispositivos habilitados a acessar redes WiFi se comuniquem antes mesmo de se conectar via internet ou redes celulares. Na prática, a tecnologia faz com que todos os aparelhos aptos estejam continuamente "conscientes" dos outros dispositivos próximos.
De forma semelhante ao Bluetooth, equipamentos habilitados a utilizar essa tecnologia transmitirão continuamente informações sobre si. Além disso, eles também captarão informações sobre outros dispositivos próximos, e poderão se conectar caso os usuários desejem.
Ou seja, haverá uma rede de dados que unirá todos os aparelhos compatíveis com o novo padrão. O usuário, por sua vez, não precisará saber de todos eles; será possível selecionar apenas as informações relevantes que chegam ao seu dispositivo.
Aplicativos poderão acessar esses dados para oferecer funcionalidades interessantes aos usuários. O Facebook, por exemplo, poderá lhe avisar caso algum amigo seu esteja num local próximo, e abrir uma janela para que você mande mensagens para ele. Embora a tecnologia já tenha sido certificada, não há previsão de quando ela chegará ao mercado.
Com a nova tecnologia, será possível também compartilhar arquivos com outros usuários no mesmo local que você (um show, por exemplo), e acessar informações que fazem sentido em um determinado lugar e momento. O vídeo abaixo (em inglês) mostra como ela pode ser usada em um museu para transmitir informações sobre as obras expostas direto para smartphones habilitados.
Wellington
Anúncios de produtos que dizem usar tecnologia da NASA em suas composições. Embora tal afirmação possa gerar desconfiança, é possível que você se surpreenda com a quantidade de coisas comuns que só existem graças à agência espacial norte-americana.
Desde a década de 1970 a NASA se preocupa em listar tecnologias ou invenções que, por algum motivo, migraram do âmbito espacial para o terreno, caindo no uso popular. No siteSpinoff é possível ter uma ideia de quão importante a agência foi ao criar coisas que hoje são comuns ao ponto de parecerem ordinárias. Confira algumas:
Câmera de celular
Praticamente 1/3 dos celulares com câmera usa uma tecnologia desenvolvida para câmeras espaciais.
Papinha
Sabe aquela comida para bebês? 99% da fórmula vêm de um ingrediente descoberto pela Nasa para alimentação de astronautas.
Travesseiro fofo
Você se deita, ele afunda, você se levanta, ele volta totalmente ao normal. Travesseiros, colchões, capacetes… muitos desses produtos usam uma espuma viscoelástica que, na verdade, foi criada para absorção de impacto para naves espaciais.
Bombeiros
Os uniformes resistentes ao fogo usados pelos bombeiros também foram desenvolvidos com uma mãozinha da Nasa.
Termômetro auricular
Até a década de 1990 podia ser bem desconfortável medir a temperatura, mas a empresa Diatek aproveitou descobertas da Nasa para criar um sensor infravermelho que podia servir de termômetro.
Palmilha
As botas que Neil Armstrong usou quando pisou pela primeira vez na Lua tinham um tipo de palmilha que depois acabou incorporado a vários tênis esportivos.
Comunicação a distância
Antes de enviar um homem ao espaço, a Nasa precisava se certificar de que conseguiria se comunicar com ele, e fez isso com satélites. Iguais às centenas que hoje são usadas por empresas de telecomunicações no mundo todo.
Filtro de água
É, foram eles também. Embora a filtragem de água já existisse desde a década de 1950, a Nasa aperfeiçoou a técnica usando carvão ativado e com íons de prata que limpam a água e afastam ameaças, impedindo futuras contaminações.
Aspirador de pó
Na década de 1960, a Black & Decker inventou o aspirador de pó portátil quando desenvolvia ferramentas para a Nasa, o Dustbuster. Desde então, diversas empresas pegaram carona na ideia.
Aparelho ortodôntico
Surgiu na década de 1980 o primeiro aparelho ortodôntico transparente, que hoje é uma alternativa comum para quem não quer a boca muito transformada em prol da correção dos dentes. Eles são feitos de TPA, um alumínio translúcido desenvolvido pela Nasa e uma empresa chamada Ceradyne para proteção de antenas infravermelhas de mísseis de calor.
Anúncios de produtos que dizem usar tecnologia da NASA em suas composições. Embora tal afirmação possa gerar desconfiança, é possível que você se surpreenda com a quantidade de coisas comuns que só existem graças à agência espacial norte-americana.
Desde a década de 1970 a NASA se preocupa em listar tecnologias ou invenções que, por algum motivo, migraram do âmbito espacial para o terreno, caindo no uso popular. No siteSpinoff é possível ter uma ideia de quão importante a agência foi ao criar coisas que hoje são comuns ao ponto de parecerem ordinárias. Confira algumas:
Câmera de celular
Praticamente 1/3 dos celulares com câmera usa uma tecnologia desenvolvida para câmeras espaciais.
Papinha
Sabe aquela comida para bebês? 99% da fórmula vêm de um ingrediente descoberto pela Nasa para alimentação de astronautas.
Travesseiro fofo
Você se deita, ele afunda, você se levanta, ele volta totalmente ao normal. Travesseiros, colchões, capacetes… muitos desses produtos usam uma espuma viscoelástica que, na verdade, foi criada para absorção de impacto para naves espaciais.
Bombeiros
Os uniformes resistentes ao fogo usados pelos bombeiros também foram desenvolvidos com uma mãozinha da Nasa.
Termômetro auricular
Até a década de 1990 podia ser bem desconfortável medir a temperatura, mas a empresa Diatek aproveitou descobertas da Nasa para criar um sensor infravermelho que podia servir de termômetro.
Palmilha
As botas que Neil Armstrong usou quando pisou pela primeira vez na Lua tinham um tipo de palmilha que depois acabou incorporado a vários tênis esportivos.
Comunicação a distância
Antes de enviar um homem ao espaço, a Nasa precisava se certificar de que conseguiria se comunicar com ele, e fez isso com satélites. Iguais às centenas que hoje são usadas por empresas de telecomunicações no mundo todo.
Filtro de água
É, foram eles também. Embora a filtragem de água já existisse desde a década de 1950, a Nasa aperfeiçoou a técnica usando carvão ativado e com íons de prata que limpam a água e afastam ameaças, impedindo futuras contaminações.
Aspirador de pó
Na década de 1960, a Black & Decker inventou o aspirador de pó portátil quando desenvolvia ferramentas para a Nasa, o Dustbuster. Desde então, diversas empresas pegaram carona na ideia.
Aparelho ortodôntico
Surgiu na década de 1980 o primeiro aparelho ortodôntico transparente, que hoje é uma alternativa comum para quem não quer a boca muito transformada em prol da correção dos dentes. Eles são feitos de TPA, um alumínio translúcido desenvolvido pela Nasa e uma empresa chamada Ceradyne para proteção de antenas infravermelhas de mísseis de calor.
Wellington
Quando falamos em “tecnologia”, em geral pensamos em computadores, smartphones, redes de compartilhamento de arquivos e dispositivos eletrônicos. E, embora esses aparelhos sejam essenciais para a nossa vida, existem muitas outras tecnologias que usamos com frequência sem perceber.
Listamos abaixo alguns dispositivos e sistemas que fazem parte da nossa vida tanto quanto celulares ou notebooks, mas que normalmente não nos vêm à mente quando pensamos em tecnologia.
ESC ou ESP - Controle Eletrônico de Estabilidade
Quem anda em carros e em ônibus provavelmente já se beneficiou dessa tecnologia. Em inglês, ela é chamada de ESC (Electronic stability control) ou ESP (Electronic Stability Program), e sua função é controlar a estabilidade dos veículos quando eles entram em curvas ou freiam bruscamente. Nesse caso, cada uma das rodas sofre uma tensão diferente, o que pode causar instabilidade. O sistema então “corrige” esta diferença distribuindo a tensão entre as rodas. Isso melhora a dirigibilidade dos veículos e ajuda a evitar acidentes.
RFID - Identificação por radiofrequência
Apesar do nome estranho, RFID é uma tecnologia extremamente comum, utilizada, por exemplo, em bilhetes únicos de transporte público, nos sistemas de pedágio eletrônico e para controle de estoque de supermercados. Os dispositivos que utilizam essa tecnologia possuem uma espécie de etiqueta que transmite sinais de rádio para os leitores. Diversas informações podem ser transmitidas nesse sinal, tais como o nome do usuário do bilhete único ou a placa do carro que passou pelo pedágio. É algo tão prático que algumas pessoas chegam até mesmo a implantar chips RFID na pele para abrir portas e se identificar eletronicamente.
Leitores ópticos
Dependendo da sua idade, você talvez se lembre da época em que os mouses de computador tinham bolinhas dentro, que precisavam ser retiradas de lá na hora de limpar os sensores do dispositivo. Graças aos sensores ópticos utilizados atualmente por praticamente todos os mouses, isso não é mais necessário. Os mouses ópticos possuem uma fonte de luz (em geral um LED) e um detector de luz, por meio dos quais conseguem detectar seu movimento em relação à superfície onde ele está apoiado. Essa mesma tecnologia é usada pelos leitores de código de barra nos supermecados.
Transformadores de voltagem
Você pode até achar que “transformador de voltagem” é algo utilizado apenas por engenheiros eletricistas. Mas o mais provável é que você os utilize, pelo menos uma vez por dia. Isso porque os carregadores de smartphones são pequenes transformadores de voltagem; eles mudam a voltagem das tomadas nas quais se conectam (110 ou 220 Volts) para a voltagem do dispositivo (em geral algo em torno de 10 ou 5 Volts), podendo usar a corrente elétrica da rede doméstica para carregá-lo. Existem também transformadores muito maiores (que reduzem a voltagem que chega das usinas a mais de 500 mil volts até os 110 ou 220 que nós usamos em casa), e nós nos beneficiamos deles também, embora apenas de maneira indireta.
Magnetron
Magnetron pode parecer o nome de um vilão rejeitado dos Transformers, mas descreve uma das peças principais nos fornos de microondas. O magnetron é responsável por transformar a corrente elétrica que chega até ele em ondas eletromagnéticas de um determinado comprimento, chamadas de - adivinhe! - micro-ondas. Essas ondas, em uma frequência de aproximadamente 2,45GHz, fazem com que as moléculas (conheça abaixo) de água vibrem, o que cria calor e permite que você aqueça sua comida rapidamente (ainda que ao custo da crocância de certos alimentos).
Átomos, Moléculas, Substâncias Simples e Compostas
Quando falamos em “tecnologia”, em geral pensamos em computadores, smartphones, redes de compartilhamento de arquivos e dispositivos eletrônicos. E, embora esses aparelhos sejam essenciais para a nossa vida, existem muitas outras tecnologias que usamos com frequência sem perceber.
Listamos abaixo alguns dispositivos e sistemas que fazem parte da nossa vida tanto quanto celulares ou notebooks, mas que normalmente não nos vêm à mente quando pensamos em tecnologia.
ESC ou ESP - Controle Eletrônico de Estabilidade
Quem anda em carros e em ônibus provavelmente já se beneficiou dessa tecnologia. Em inglês, ela é chamada de ESC (Electronic stability control) ou ESP (Electronic Stability Program), e sua função é controlar a estabilidade dos veículos quando eles entram em curvas ou freiam bruscamente. Nesse caso, cada uma das rodas sofre uma tensão diferente, o que pode causar instabilidade. O sistema então “corrige” esta diferença distribuindo a tensão entre as rodas. Isso melhora a dirigibilidade dos veículos e ajuda a evitar acidentes.
RFID - Identificação por radiofrequência
Apesar do nome estranho, RFID é uma tecnologia extremamente comum, utilizada, por exemplo, em bilhetes únicos de transporte público, nos sistemas de pedágio eletrônico e para controle de estoque de supermercados. Os dispositivos que utilizam essa tecnologia possuem uma espécie de etiqueta que transmite sinais de rádio para os leitores. Diversas informações podem ser transmitidas nesse sinal, tais como o nome do usuário do bilhete único ou a placa do carro que passou pelo pedágio. É algo tão prático que algumas pessoas chegam até mesmo a implantar chips RFID na pele para abrir portas e se identificar eletronicamente.
Leitores ópticos
Dependendo da sua idade, você talvez se lembre da época em que os mouses de computador tinham bolinhas dentro, que precisavam ser retiradas de lá na hora de limpar os sensores do dispositivo. Graças aos sensores ópticos utilizados atualmente por praticamente todos os mouses, isso não é mais necessário. Os mouses ópticos possuem uma fonte de luz (em geral um LED) e um detector de luz, por meio dos quais conseguem detectar seu movimento em relação à superfície onde ele está apoiado. Essa mesma tecnologia é usada pelos leitores de código de barra nos supermecados.
Transformadores de voltagem
Você pode até achar que “transformador de voltagem” é algo utilizado apenas por engenheiros eletricistas. Mas o mais provável é que você os utilize, pelo menos uma vez por dia. Isso porque os carregadores de smartphones são pequenes transformadores de voltagem; eles mudam a voltagem das tomadas nas quais se conectam (110 ou 220 Volts) para a voltagem do dispositivo (em geral algo em torno de 10 ou 5 Volts), podendo usar a corrente elétrica da rede doméstica para carregá-lo. Existem também transformadores muito maiores (que reduzem a voltagem que chega das usinas a mais de 500 mil volts até os 110 ou 220 que nós usamos em casa), e nós nos beneficiamos deles também, embora apenas de maneira indireta.
Magnetron
Magnetron pode parecer o nome de um vilão rejeitado dos Transformers, mas descreve uma das peças principais nos fornos de microondas. O magnetron é responsável por transformar a corrente elétrica que chega até ele em ondas eletromagnéticas de um determinado comprimento, chamadas de - adivinhe! - micro-ondas. Essas ondas, em uma frequência de aproximadamente 2,45GHz, fazem com que as moléculas (conheça abaixo) de água vibrem, o que cria calor e permite que você aqueça sua comida rapidamente (ainda que ao custo da crocância de certos alimentos).
Átomos, Moléculas, Substâncias Simples e Compostas
Wellington



