Cada ser humano é único, implicando que as decisões sobre como gerenciar as finanças pessoais, devem levar em consideração as peculiaridades de cada indivíduo/família. Dessa forma, educar-se, financeiramente falando, requer um conjunto de ações a serem colocadas em prática, com o propósito de atingir objetivos que, muitas vezes, transcendem às questões puramente financeiras. Dentro desse conjunto de ações, é possível destacar algumas importantes: gerenciamento de riscos, desenvolvimento de habilidades, busca por novos conhecimentos, aperfeiçoamento das relações interpessoais, planejamento do orçamento pessoal, definição de objetivos, dentre outros. Tais ações significam, constantemente, buscar inovar, construir, diferenciar-se, ir além. Podemos inferir, portanto, que o “sucesso” financeiro e pessoal é baseado em atitudes proativas, que pouco dependem de questões externas, mas da própria força de vontade de fazer acontecer, de aceitar a possibilidade de mudanças.
Do lado oposto aos que agem buscando conquistar seus objetivos, estão aqueles que apenas reagem às circunstâncias. Pessoas reativas, geralmente, estão ligadas ao conformismo, aceitação e submissão. Muitas vezes, essa postura defensiva tem sua origem no medo de errar. Não se assume riscos, planejamento parece algo inalcançável, e as prioridades são sempre adiadas. Vive-se apenas o dia a dia, gastando o precioso tempo disponível administrando conflitos (pagamento de dívidas, contas do mês etc) e realizando tarefas que permitam alguma fuga da realidade (comprando compulsivamente, navegando nas redes sociais, assistindo programas de entretenimento na TV, dentre outros).
O que estou querendo argumentar é que, sendo a administração do dinheiro uma arte, a forma como nos comportamos diariamente irá refletir, indubitavelmente, na obra do próprio artista. Pessoas que agem, farão de suas finanças pessoais um instrumento poderoso, em busca do bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual. Já aquelas que apenas reagem, serão moldadas conforme o ambiente em que estão inseridas, encontrando-se em posição passiva e cegas às oportunidades. Certamente, apenas agir não é condição suficiente para atingir a felicidade, mas é necessária. As ações devem estar pautadas em princípios sólidos e valores corretos. Isso porque de nada adianta ser alguém proativo, se todo o esforço está sendo feito na direção errada. Para não cair nessa armadilha, é preciso, primeiramente, se conhecer, definir as prioridades e focar naquilo que é importante.
Cada ser humano é único, implicando que as decisões sobre como gerenciar as finanças pessoais, devem levar em consideração as peculiaridades de cada indivíduo/família. Dessa forma, educar-se, financeiramente falando, requer um conjunto de ações a serem colocadas em prática, com o propósito de atingir objetivos que, muitas vezes, transcendem às questões puramente financeiras. Dentro desse conjunto de ações, é possível destacar algumas importantes: gerenciamento de riscos, desenvolvimento de habilidades, busca por novos conhecimentos, aperfeiçoamento das relações interpessoais, planejamento do orçamento pessoal, definição de objetivos, dentre outros. Tais ações significam, constantemente, buscar inovar, construir, diferenciar-se, ir além. Podemos inferir, portanto, que o “sucesso” financeiro e pessoal é baseado em atitudes proativas, que pouco dependem de questões externas, mas da própria força de vontade de fazer acontecer, de aceitar a possibilidade de mudanças.
Do lado oposto aos que agem buscando conquistar seus objetivos, estão aqueles que apenas reagem às circunstâncias. Pessoas reativas, geralmente, estão ligadas ao conformismo, aceitação e submissão. Muitas vezes, essa postura defensiva tem sua origem no medo de errar. Não se assume riscos, planejamento parece algo inalcançável, e as prioridades são sempre adiadas. Vive-se apenas o dia a dia, gastando o precioso tempo disponível administrando conflitos (pagamento de dívidas, contas do mês etc) e realizando tarefas que permitam alguma fuga da realidade (comprando compulsivamente, navegando nas redes sociais, assistindo programas de entretenimento na TV, dentre outros).
O que estou querendo argumentar é que, sendo a administração do dinheiro uma arte, a forma como nos comportamos diariamente irá refletir, indubitavelmente, na obra do próprio artista. Pessoas que agem, farão de suas finanças pessoais um instrumento poderoso, em busca do bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual. Já aquelas que apenas reagem, serão moldadas conforme o ambiente em que estão inseridas, encontrando-se em posição passiva e cegas às oportunidades. Certamente, apenas agir não é condição suficiente para atingir a felicidade, mas é necessária. As ações devem estar pautadas em princípios sólidos e valores corretos. Isso porque de nada adianta ser alguém proativo, se todo o esforço está sendo feito na direção errada. Para não cair nessa armadilha, é preciso, primeiramente, se conhecer, definir as prioridades e focar naquilo que é importante.
Wellington
(Foto: reprodução)
A HGST, subsidiária da Western Digital, apresentou um novo HD que é o sonho de qualquer pessoa ou empresa que tem necessidade de guardar muitos arquivos. A empresa revelou o 10TB SMR HelioSeal HDD, que, como o nome já adianta, consegue guardar 10 terabytes de dados.
No entanto, por mais que haja o impulso para conectar o aparelho no seu computador, é importante notar que ele não foi feito para isso, pelo menos por enquanto. A empresa pensa em fornecê-lo para datacenters, então quem deve ficar satisfeito com a novidade são adminstradores de servidores.
Esse cuidado na restrição da comercialização do produto é tomado porque para atingir essa marca, é necessário adicionar o suporte também nos sistemas operacionais, o que foi feito apenas no Linux, muito usado para servidores e datacenters.

O suporte total a este tipo de tecnologia chegará apenas com o kernel 3.19 do Linux.Isso porque o HD usa duas tecnologias complementares para operar, chamadas HelioSeal e SMR (Shingle Magnetic Recording), que necessitam de um cuidado extra.
A peça estará disponível no mercado na segunda metade de 2015. Ainda não há previsão de preço, mas os representantes da HGST dizem que o custo total, considerando economia de energia, e corte de contas de refrigeração e o aumento da densidade de armazenamento, será razoável.
No entanto, por mais que haja o impulso para conectar o aparelho no seu computador, é importante notar que ele não foi feito para isso, pelo menos por enquanto. A empresa pensa em fornecê-lo para datacenters, então quem deve ficar satisfeito com a novidade são adminstradores de servidores.
Esse cuidado na restrição da comercialização do produto é tomado porque para atingir essa marca, é necessário adicionar o suporte também nos sistemas operacionais, o que foi feito apenas no Linux, muito usado para servidores e datacenters.
O suporte total a este tipo de tecnologia chegará apenas com o kernel 3.19 do Linux.Isso porque o HD usa duas tecnologias complementares para operar, chamadas HelioSeal e SMR (Shingle Magnetic Recording), que necessitam de um cuidado extra.
A peça estará disponível no mercado na segunda metade de 2015. Ainda não há previsão de preço, mas os representantes da HGST dizem que o custo total, considerando economia de energia, e corte de contas de refrigeração e o aumento da densidade de armazenamento, será razoável.
(Foto: reprodução)
A HGST, subsidiária da Western Digital, apresentou um novo HD que é o sonho de qualquer pessoa ou empresa que tem necessidade de guardar muitos arquivos. A empresa revelou o 10TB SMR HelioSeal HDD, que, como o nome já adianta, consegue guardar 10 terabytes de dados.
No entanto, por mais que haja o impulso para conectar o aparelho no seu computador, é importante notar que ele não foi feito para isso, pelo menos por enquanto. A empresa pensa em fornecê-lo para datacenters, então quem deve ficar satisfeito com a novidade são adminstradores de servidores.
Esse cuidado na restrição da comercialização do produto é tomado porque para atingir essa marca, é necessário adicionar o suporte também nos sistemas operacionais, o que foi feito apenas no Linux, muito usado para servidores e datacenters.

O suporte total a este tipo de tecnologia chegará apenas com o kernel 3.19 do Linux.Isso porque o HD usa duas tecnologias complementares para operar, chamadas HelioSeal e SMR (Shingle Magnetic Recording), que necessitam de um cuidado extra.
A peça estará disponível no mercado na segunda metade de 2015. Ainda não há previsão de preço, mas os representantes da HGST dizem que o custo total, considerando economia de energia, e corte de contas de refrigeração e o aumento da densidade de armazenamento, será razoável.
No entanto, por mais que haja o impulso para conectar o aparelho no seu computador, é importante notar que ele não foi feito para isso, pelo menos por enquanto. A empresa pensa em fornecê-lo para datacenters, então quem deve ficar satisfeito com a novidade são adminstradores de servidores.
Esse cuidado na restrição da comercialização do produto é tomado porque para atingir essa marca, é necessário adicionar o suporte também nos sistemas operacionais, o que foi feito apenas no Linux, muito usado para servidores e datacenters.
O suporte total a este tipo de tecnologia chegará apenas com o kernel 3.19 do Linux.Isso porque o HD usa duas tecnologias complementares para operar, chamadas HelioSeal e SMR (Shingle Magnetic Recording), que necessitam de um cuidado extra.
A peça estará disponível no mercado na segunda metade de 2015. Ainda não há previsão de preço, mas os representantes da HGST dizem que o custo total, considerando economia de energia, e corte de contas de refrigeração e o aumento da densidade de armazenamento, será razoável.
Wellington
(Foto: reprodução/Bloomberg)
Uma vida humana considerada longa dificilmente supera os 100 anos. O Google acredita que esse limite está aí para ser superado em muito. Bill Maris, um alto executivo da companhia crê que esse número pode ser multiplicado em pelo menos cinco vezes. “Se você me perguntar hoje ‘é possível viver até os 500?’, minha resposta é sim”, explica ele em longo perfil da revista Bloomberg.
Maris é presidente da Google Ventures, um braço da gigante de buscas que procura investir em startups e empresas com algum projeto revolucionário em basicamente qualquer área da ciência ou tecnologia. No entanto, a grande meta é realmente estender a vida humana apostando nos avanços da medicina.
Dos US$ 2 bilhões já investidos pela Google Ventures em outras empresas, a maior parte é dedicada a alavancar projetos de saúde e ciências da vida. É o caso da Calico, um centro de pesquisa criado recentemente que tem o objetivo explícito de “curar a morte”. Talvez seja um exagero, mas a meta é clara de reverter o processo de envelhecimento para ampliar a vida.

Outros projetos da companhia, mais precisamente do laboratório Google X (divisão que desenvolve os projetos mais ambiciosos da empresa como o Glass e os carros autônomos), incluem uma pílula de nanopartículas que são jogadas na corrente sanguínea para detectar doenças e mutações cancerígenas.
Uma das empresas apoiadas pela Google Ventures que mais tem chamado a atenção é a Foundation Medicine. Sua missão inclui o uso de dados genéticos para criar ferramentas de diagnótisco oncológico e gerou tanto burburinho que teve a parte majoritária de suas ações compradas pela Roche por US$ 1 bilhão em janeiro deste ano, e o Google ainda mantém controle de 4% dos papéis.
A aposta na Foundation Medicine veio ainda em 2011, quando a companhia era praticamente apenas uma teoria, mesmo com a participação de nomes significativos como Eric Lander, um dos líderes do Projeto Genoma, que mapeou o genoma humano em 2003. De lá para cá, com a evolução da tecnologia foram criados produtos como o Interactive Cancer Explorer, uma espécie de Google para os oncologistas, e que tem feito a diferença no diagnóstico do câncer.
Para encontrar companhias promissoras na área de saúde, o processo é mais complexo do que simplesmente encontrar bons programadores com uma ideia interessante de aplicativo, já que a biotecnologia é complexa e requer investimentos altos, parcerias com gigantes farmacêuticas e testes clínicos. Por isso, Maris tem ao seu lado cientistas que atuam como parceiros. É o caso de Krishna Yeshwant, um médico que ajudou a liderar um investimento na Flatiron Health, que desenvolve uma plataforma em nuvem para análise de dados do câncer.
Bill Maris tem certeza de que a tecnologia de saúde em duas décadas será completamente diferente do que temos hoje, e possivelmente essa revolução passará por suas mãos. “Isso é só o começo. Em 20 anos, a quimioterapia será considerada tão primitiva quanto usar um telégrafo”, explica ele à Bloomberg.
Dos US$ 2 bilhões já investidos pela Google Ventures em outras empresas, a maior parte é dedicada a alavancar projetos de saúde e ciências da vida. É o caso da Calico, um centro de pesquisa criado recentemente que tem o objetivo explícito de “curar a morte”. Talvez seja um exagero, mas a meta é clara de reverter o processo de envelhecimento para ampliar a vida.
Outros projetos da companhia, mais precisamente do laboratório Google X (divisão que desenvolve os projetos mais ambiciosos da empresa como o Glass e os carros autônomos), incluem uma pílula de nanopartículas que são jogadas na corrente sanguínea para detectar doenças e mutações cancerígenas.
Uma das empresas apoiadas pela Google Ventures que mais tem chamado a atenção é a Foundation Medicine. Sua missão inclui o uso de dados genéticos para criar ferramentas de diagnótisco oncológico e gerou tanto burburinho que teve a parte majoritária de suas ações compradas pela Roche por US$ 1 bilhão em janeiro deste ano, e o Google ainda mantém controle de 4% dos papéis.
A aposta na Foundation Medicine veio ainda em 2011, quando a companhia era praticamente apenas uma teoria, mesmo com a participação de nomes significativos como Eric Lander, um dos líderes do Projeto Genoma, que mapeou o genoma humano em 2003. De lá para cá, com a evolução da tecnologia foram criados produtos como o Interactive Cancer Explorer, uma espécie de Google para os oncologistas, e que tem feito a diferença no diagnóstico do câncer.
Para encontrar companhias promissoras na área de saúde, o processo é mais complexo do que simplesmente encontrar bons programadores com uma ideia interessante de aplicativo, já que a biotecnologia é complexa e requer investimentos altos, parcerias com gigantes farmacêuticas e testes clínicos. Por isso, Maris tem ao seu lado cientistas que atuam como parceiros. É o caso de Krishna Yeshwant, um médico que ajudou a liderar um investimento na Flatiron Health, que desenvolve uma plataforma em nuvem para análise de dados do câncer.
Bill Maris tem certeza de que a tecnologia de saúde em duas décadas será completamente diferente do que temos hoje, e possivelmente essa revolução passará por suas mãos. “Isso é só o começo. Em 20 anos, a quimioterapia será considerada tão primitiva quanto usar um telégrafo”, explica ele à Bloomberg.
(Foto: reprodução/Bloomberg)
Uma vida humana considerada longa dificilmente supera os 100 anos. O Google acredita que esse limite está aí para ser superado em muito. Bill Maris, um alto executivo da companhia crê que esse número pode ser multiplicado em pelo menos cinco vezes. “Se você me perguntar hoje ‘é possível viver até os 500?’, minha resposta é sim”, explica ele em longo perfil da revista Bloomberg.
Maris é presidente da Google Ventures, um braço da gigante de buscas que procura investir em startups e empresas com algum projeto revolucionário em basicamente qualquer área da ciência ou tecnologia. No entanto, a grande meta é realmente estender a vida humana apostando nos avanços da medicina.
Dos US$ 2 bilhões já investidos pela Google Ventures em outras empresas, a maior parte é dedicada a alavancar projetos de saúde e ciências da vida. É o caso da Calico, um centro de pesquisa criado recentemente que tem o objetivo explícito de “curar a morte”. Talvez seja um exagero, mas a meta é clara de reverter o processo de envelhecimento para ampliar a vida.

Outros projetos da companhia, mais precisamente do laboratório Google X (divisão que desenvolve os projetos mais ambiciosos da empresa como o Glass e os carros autônomos), incluem uma pílula de nanopartículas que são jogadas na corrente sanguínea para detectar doenças e mutações cancerígenas.
Uma das empresas apoiadas pela Google Ventures que mais tem chamado a atenção é a Foundation Medicine. Sua missão inclui o uso de dados genéticos para criar ferramentas de diagnótisco oncológico e gerou tanto burburinho que teve a parte majoritária de suas ações compradas pela Roche por US$ 1 bilhão em janeiro deste ano, e o Google ainda mantém controle de 4% dos papéis.
A aposta na Foundation Medicine veio ainda em 2011, quando a companhia era praticamente apenas uma teoria, mesmo com a participação de nomes significativos como Eric Lander, um dos líderes do Projeto Genoma, que mapeou o genoma humano em 2003. De lá para cá, com a evolução da tecnologia foram criados produtos como o Interactive Cancer Explorer, uma espécie de Google para os oncologistas, e que tem feito a diferença no diagnóstico do câncer.
Para encontrar companhias promissoras na área de saúde, o processo é mais complexo do que simplesmente encontrar bons programadores com uma ideia interessante de aplicativo, já que a biotecnologia é complexa e requer investimentos altos, parcerias com gigantes farmacêuticas e testes clínicos. Por isso, Maris tem ao seu lado cientistas que atuam como parceiros. É o caso de Krishna Yeshwant, um médico que ajudou a liderar um investimento na Flatiron Health, que desenvolve uma plataforma em nuvem para análise de dados do câncer.
Bill Maris tem certeza de que a tecnologia de saúde em duas décadas será completamente diferente do que temos hoje, e possivelmente essa revolução passará por suas mãos. “Isso é só o começo. Em 20 anos, a quimioterapia será considerada tão primitiva quanto usar um telégrafo”, explica ele à Bloomberg.
Dos US$ 2 bilhões já investidos pela Google Ventures em outras empresas, a maior parte é dedicada a alavancar projetos de saúde e ciências da vida. É o caso da Calico, um centro de pesquisa criado recentemente que tem o objetivo explícito de “curar a morte”. Talvez seja um exagero, mas a meta é clara de reverter o processo de envelhecimento para ampliar a vida.
Outros projetos da companhia, mais precisamente do laboratório Google X (divisão que desenvolve os projetos mais ambiciosos da empresa como o Glass e os carros autônomos), incluem uma pílula de nanopartículas que são jogadas na corrente sanguínea para detectar doenças e mutações cancerígenas.
Uma das empresas apoiadas pela Google Ventures que mais tem chamado a atenção é a Foundation Medicine. Sua missão inclui o uso de dados genéticos para criar ferramentas de diagnótisco oncológico e gerou tanto burburinho que teve a parte majoritária de suas ações compradas pela Roche por US$ 1 bilhão em janeiro deste ano, e o Google ainda mantém controle de 4% dos papéis.
A aposta na Foundation Medicine veio ainda em 2011, quando a companhia era praticamente apenas uma teoria, mesmo com a participação de nomes significativos como Eric Lander, um dos líderes do Projeto Genoma, que mapeou o genoma humano em 2003. De lá para cá, com a evolução da tecnologia foram criados produtos como o Interactive Cancer Explorer, uma espécie de Google para os oncologistas, e que tem feito a diferença no diagnóstico do câncer.
Para encontrar companhias promissoras na área de saúde, o processo é mais complexo do que simplesmente encontrar bons programadores com uma ideia interessante de aplicativo, já que a biotecnologia é complexa e requer investimentos altos, parcerias com gigantes farmacêuticas e testes clínicos. Por isso, Maris tem ao seu lado cientistas que atuam como parceiros. É o caso de Krishna Yeshwant, um médico que ajudou a liderar um investimento na Flatiron Health, que desenvolve uma plataforma em nuvem para análise de dados do câncer.
Bill Maris tem certeza de que a tecnologia de saúde em duas décadas será completamente diferente do que temos hoje, e possivelmente essa revolução passará por suas mãos. “Isso é só o começo. Em 20 anos, a quimioterapia será considerada tão primitiva quanto usar um telégrafo”, explica ele à Bloomberg.
Wellington
De fato, as campanhas de diversidade dos assinantes de internet no Brasil tem alavancado os
internautas.
Fonte dos palestrastes do Congresso de Afiliados 2015 que participei alegam que no total 103.000.000 internautas com diversificadas fontes correspondente 50% da população brasileira. Eles constam desse patamar porque relevam seu conhecimentos em busca de nicho para afiliarem ou mesmo produção de venda proporcionando pelos seus despachos online, e o rank de aproximadamente de 92% de utilitário de e-mail entre os meados de 1971 foi o primeiro envio.
As expectações mundiais até 2020 será de 3.2 bilhões. Mark Zuckerberg, CEO criador do Facebook
está promovendo abertura da expansão da rede de internet em países com baixa sintonia que não elencam a população de informantes da condição do empenho de notificações pouco elevantes.
De fato, as campanhas de diversidade dos assinantes de internet no Brasil tem alavancado os
internautas.
Fonte dos palestrastes do Congresso de Afiliados 2015 que participei alegam que no total 103.000.000 internautas com diversificadas fontes correspondente 50% da população brasileira. Eles constam desse patamar porque relevam seu conhecimentos em busca de nicho para afiliarem ou mesmo produção de venda proporcionando pelos seus despachos online, e o rank de aproximadamente de 92% de utilitário de e-mail entre os meados de 1971 foi o primeiro envio.
As expectações mundiais até 2020 será de 3.2 bilhões. Mark Zuckerberg, CEO criador do Facebook
está promovendo abertura da expansão da rede de internet em países com baixa sintonia que não elencam a população de informantes da condição do empenho de notificações pouco elevantes.
Wellington
O Ministério da Saúde está preocupado com o alto índice de cesarianas desnecessárias feitas no Brasil, aumentando os riscos para mãe e bebê. Confira aqui tudo sobre o assunto e participe da nossa pesquisa.
A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que apenas 15% dos partos sejam realizados por cesariana, pois esta seria a porcentagem de situações reais de risco à mãe ou ao bebê se o parto for feito por via natural.
No Brasil, 84,6% dos partos realizados com planos de saúde são cesáreos. No SUS, a taxa fica em 40%, o que ainda é considerado alto. No país, levando-se em conta tanto a rede pública quanto a privada, a cesariana representa 55,6% do total dos nascimentos. É muita coisa.
Mas está chegando a hora de isso mudar
Para tentar diminuir a quantidade de cesáreas, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciaram em janeiro uma resolução que obriga os planos de saúde a informar às pacientes, em até 15 dias, a quantidade de cesarianas realizadas por médico, operadora e hospital, quando solicitados. Essas informações ajudarão a futura mãe a escolher seus médicos.
A resolução determina também a inclusão de contatos da ANS no Cartão da Gestante e a orientação para que médicos utilizem partogramas (avaliação da evolução do parto) com dados estabelecidos pela OMS.
Os planos de saúde têm até julho para se adequar às novas regras. Após esse prazo, a multa para quem não prestar as informações quando solicitadas será de R$ 25 mil para cada caso.
Gestantes têm medo da dor
A desculpa para tantas cesáreas reside no medo que as mulheres sentem da dor do parto e de uma cultura que estimula as intervenções médicas, sob os mais variados pretextos.
Desde dizer, antes de a mulher entrar em trabalho de parto, que ela não tem “passagem” para o bebê até marcar uma cirurgia para que a criança nasça em uma data escolhida pela família e pelo médico.
Por muito tempo acreditou-se que a cesárea minimizava os riscos para mãe e filho durante o parto.
Mas a verdade é que triplica o risco de morte materna por causa de possíveis infecções e não diminui estatisticamente a quantidade de óbitos de recém-nascidos na mesma proporção em que acontecem as cirurgias – sim, lembre-se de que a cesárea é uma cirurgia.
Outro dado que eleva consideravelmente o número de cesarianas é a crença de que se a mulher teve o primeiro filho dessa forma todos os outros filhos também devem nascer assim. Esse é um mito.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o índice de sucesso para parto vaginal nas mulheres submetidas a cesáreas anteriores varia de 50% a 80%.
Normal favorece amamentação
Além de oferecer menos riscos para a mãe e para o bebê, o parto normal facilita a amamentação. Isso porque, durante o trabalho de parto, o organismo da mulher libera os hormônios ocitocina e prolactina, que favorecem a descida do leite.
Já nos casos de cesárea marcada, a mulher pode ser submetida à cirurgia sem que o bebê esteja pronto para nascer, levando o corpo a iniciar a produção do leite com certo atraso.
Não raro, o leite só “desce” entre dois a cinco dias após a cesárea, levando os bebês a perderem muito peso e tornando mais comuns a complementação com leite artificial e a introdução da mamadeira. Por outro lado, nos casos de parto normal, o bebê, muitas vezes, já consegue mamar assim que nasce, o que seria o ideal.
O Ministério da Saúde está preocupado com o alto índice de cesarianas desnecessárias feitas no Brasil, aumentando os riscos para mãe e bebê. Confira aqui tudo sobre o assunto e participe da nossa pesquisa.
A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que apenas 15% dos partos sejam realizados por cesariana, pois esta seria a porcentagem de situações reais de risco à mãe ou ao bebê se o parto for feito por via natural.
No Brasil, 84,6% dos partos realizados com planos de saúde são cesáreos. No SUS, a taxa fica em 40%, o que ainda é considerado alto. No país, levando-se em conta tanto a rede pública quanto a privada, a cesariana representa 55,6% do total dos nascimentos. É muita coisa.
Mas está chegando a hora de isso mudar
Para tentar diminuir a quantidade de cesáreas, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciaram em janeiro uma resolução que obriga os planos de saúde a informar às pacientes, em até 15 dias, a quantidade de cesarianas realizadas por médico, operadora e hospital, quando solicitados. Essas informações ajudarão a futura mãe a escolher seus médicos.
A resolução determina também a inclusão de contatos da ANS no Cartão da Gestante e a orientação para que médicos utilizem partogramas (avaliação da evolução do parto) com dados estabelecidos pela OMS.
Os planos de saúde têm até julho para se adequar às novas regras. Após esse prazo, a multa para quem não prestar as informações quando solicitadas será de R$ 25 mil para cada caso.
Gestantes têm medo da dor
A desculpa para tantas cesáreas reside no medo que as mulheres sentem da dor do parto e de uma cultura que estimula as intervenções médicas, sob os mais variados pretextos.
Desde dizer, antes de a mulher entrar em trabalho de parto, que ela não tem “passagem” para o bebê até marcar uma cirurgia para que a criança nasça em uma data escolhida pela família e pelo médico.
Por muito tempo acreditou-se que a cesárea minimizava os riscos para mãe e filho durante o parto.
Mas a verdade é que triplica o risco de morte materna por causa de possíveis infecções e não diminui estatisticamente a quantidade de óbitos de recém-nascidos na mesma proporção em que acontecem as cirurgias – sim, lembre-se de que a cesárea é uma cirurgia.
Outro dado que eleva consideravelmente o número de cesarianas é a crença de que se a mulher teve o primeiro filho dessa forma todos os outros filhos também devem nascer assim. Esse é um mito.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o índice de sucesso para parto vaginal nas mulheres submetidas a cesáreas anteriores varia de 50% a 80%.
Normal favorece amamentação
Além de oferecer menos riscos para a mãe e para o bebê, o parto normal facilita a amamentação. Isso porque, durante o trabalho de parto, o organismo da mulher libera os hormônios ocitocina e prolactina, que favorecem a descida do leite.
Já nos casos de cesárea marcada, a mulher pode ser submetida à cirurgia sem que o bebê esteja pronto para nascer, levando o corpo a iniciar a produção do leite com certo atraso.
Não raro, o leite só “desce” entre dois a cinco dias após a cesárea, levando os bebês a perderem muito peso e tornando mais comuns a complementação com leite artificial e a introdução da mamadeira. Por outro lado, nos casos de parto normal, o bebê, muitas vezes, já consegue mamar assim que nasce, o que seria o ideal.
Wellington
Coma fruta todo dia no café da manhã
Torrada e uma maçã. Um sanduíche e uma banana. Uma tigela de cereais com frutas. Iogurte com melão. As frutas são alimentos perfeitos para o café da manhã. Torne-as uma obrigação do seu início de dia.
Faça de uma fruta cítrica seu lanche da manhã
Muitas vezes fazemos um lanche no meio da manhã. Escolha uma laranja. Uma porção de frutas cítricas por dia reduz em 67 % o risco de câncer de boca – o sétimo câncer mais comum –, segundo uma análise italiana de 16 pesquisas. Você gosta de variedade? Experimente uma fruta cítrica diferente toda semana.
Coma frutas de sobremesa seis noites por semana
Quando os cientistas medem o nível de antioxidantes nas frutas, as vencedoras parecem formar a lista de compras perfeita. Por exemplo, uma pesquisa feita em Hong Kong e publicada no British Journal of Nutrition apresentou uma lista das dez frutas com maior potencial antioxidante. São elas: morango, limão, ameixa, laranja, kiwi, caqui, maçã (em especial as verdes), tangerina e manga.
O pesquisador-chefe do Scottish Crop Research Institute, Dr. Derek Stewart, explica que geralmente quanto mais escura a fruta, maior o conteúdo de antioxidante. Comer uma salada de frutas deliciosa depois do jantar na maioria dos dias da semana fornece pelo menos duas porções desses alimentos e uma grande variedade de fitoquímicos que fazem bem. Frutas picadas se mantêm por seis a nove dias com uma perda mínima de vitamina C, carotenoides ou outros fitonutrientes, dizem os pesquisadores. Só lembre-se de guardá-las num pote tampado.
Mantenha frutas congeladas à mão
Colha suas próprias frutas ou visite um hortifrúti, compre uma quantidade grande das suas frutas favoritas, leve-as para casa, lave-as, empacote-as e congele-as. Quando separada a casca da polpa interna da melancia, tem condição de armazenar por 1 ano no congelador, capacitando seu uso decorrente no verão a penas recomendado para sucos. Assim, você terá produtos da estação o ano todo, perfeitos para bebidas feitas no liquidificador, molhos, saladas e coberturas de sobremesa. Não quer ter todo esse trabalho? A maioria dos supermercados vende frutas e polpas congeladas.
Coma fruta todo dia no café da manhã
Torrada e uma maçã. Um sanduíche e uma banana. Uma tigela de cereais com frutas. Iogurte com melão. As frutas são alimentos perfeitos para o café da manhã. Torne-as uma obrigação do seu início de dia.
Faça de uma fruta cítrica seu lanche da manhã
Muitas vezes fazemos um lanche no meio da manhã. Escolha uma laranja. Uma porção de frutas cítricas por dia reduz em 67 % o risco de câncer de boca – o sétimo câncer mais comum –, segundo uma análise italiana de 16 pesquisas. Você gosta de variedade? Experimente uma fruta cítrica diferente toda semana.
Coma frutas de sobremesa seis noites por semana
Quando os cientistas medem o nível de antioxidantes nas frutas, as vencedoras parecem formar a lista de compras perfeita. Por exemplo, uma pesquisa feita em Hong Kong e publicada no British Journal of Nutrition apresentou uma lista das dez frutas com maior potencial antioxidante. São elas: morango, limão, ameixa, laranja, kiwi, caqui, maçã (em especial as verdes), tangerina e manga.
O pesquisador-chefe do Scottish Crop Research Institute, Dr. Derek Stewart, explica que geralmente quanto mais escura a fruta, maior o conteúdo de antioxidante. Comer uma salada de frutas deliciosa depois do jantar na maioria dos dias da semana fornece pelo menos duas porções desses alimentos e uma grande variedade de fitoquímicos que fazem bem. Frutas picadas se mantêm por seis a nove dias com uma perda mínima de vitamina C, carotenoides ou outros fitonutrientes, dizem os pesquisadores. Só lembre-se de guardá-las num pote tampado.
Mantenha frutas congeladas à mão
Colha suas próprias frutas ou visite um hortifrúti, compre uma quantidade grande das suas frutas favoritas, leve-as para casa, lave-as, empacote-as e congele-as. Quando separada a casca da polpa interna da melancia, tem condição de armazenar por 1 ano no congelador, capacitando seu uso decorrente no verão a penas recomendado para sucos. Assim, você terá produtos da estação o ano todo, perfeitos para bebidas feitas no liquidificador, molhos, saladas e coberturas de sobremesa. Não quer ter todo esse trabalho? A maioria dos supermercados vende frutas e polpas congeladas.
Wellington
Entenda como os pesquisadores desenvolveram as pesquisas
A luz se comporta como uma onda e como uma partícula. Como onda, ela apresenta características que a definem, como comprimento de onda e frequência, que determinam a "cor" do raio de luz. Além disso, ela apresenta as mesmas propriedades que outras ondas, como interferência. A luz também pode ser descrita como partículas, os fótons. Essas partículas têm uma energia caracterizada pela frequência associada à onda da luz. Quanto maior a frequência da onda, maior a energia associada ao fóton. Essas duas características foram exploradas por pesquisadores da Universidade Estadual de Moscou e da Universidade Leibniz (Rússia e Alemanha, respectivamente), de modo a criar um mecanismo para resfriar um espelho usando-se luz.
Do ponto de vista molecular, a temperatura é um conceito associado a vibrações e movimentação molecular. Quanto maior a velocidade com a qual os átomos e as moléculas se movem, maior a temperatura associada. Isso ocorre nas moléculas que compõem espelhos. Quanto maior a temperatura de um espelho, maior a velocidade com a qual elas se movem. Sendo assim, quando um espelho está "quente", ele tende a vibrar.
Se o espelho for colocado em uma cavidade óptica, uma estrutura fechada que reflete raios de luz, ele pode ser resfriado incidindo luz com frequência específica na cavidade. Para essas frequências, chamadas de frequências de ressonância, os fótons que entram na cavidade podem ser absorvidos pelo espelho e ser reemitidos com uma frequência maior. Como frequência maior significa mais energia, isso significa que o fóton retira energia do sistema espelho-cavidade. Um espelho com menos energia se move menos e, portanto, tem uma temperatura menor. Essa forma de resfriar espelhos échamada de dispersiva.
Outra forma de usar luz para resfriar espelhos explora a interferência da luz. Considere que os raios de luz que entram em uma cavidade não estejam indo para uma direção específica. O raio que vai direto para o espelho percorre uma distância. Já o raio que bate na parede da cavidade e então érefletido em direção ao espelho percorre uma distância diferente. Isso significa que, quando cada um desses raios atinge o espelho, eles podem estar em fases diferentes da onda. Isso faz com que ocorra uma interferência entre os raios, a qual pode ser construtiva ou destrutiva. Pesquisadores da Rússia e da Alemanha viram que é possível escolher a frequência da onda de luz incidente de modo a garantir interferências destrutivas, e isso permite, por meio de um mecanismo descrito pela mecânica quântica, remover energia do espelho. Essa forma de remover energia é chamadadissipativa.
Os pesquisadores combinaram essas duas formas de remoção de energia do espelho para criar um dispositivo que é extremamente eficiente para resfriar espelhos. As temperaturas atingidas pelos espelhos chegam a 0,1K, o que corresponde a -273 ºC, uma temperatura próxima do zero absoluto. O trabalho completo encontra-se na edição de fevereiro de 2015 da revista Physical Review Letters.
Entenda como os pesquisadores desenvolveram as pesquisas
A luz se comporta como uma onda e como uma partícula. Como onda, ela apresenta características que a definem, como comprimento de onda e frequência, que determinam a "cor" do raio de luz. Além disso, ela apresenta as mesmas propriedades que outras ondas, como interferência. A luz também pode ser descrita como partículas, os fótons. Essas partículas têm uma energia caracterizada pela frequência associada à onda da luz. Quanto maior a frequência da onda, maior a energia associada ao fóton. Essas duas características foram exploradas por pesquisadores da Universidade Estadual de Moscou e da Universidade Leibniz (Rússia e Alemanha, respectivamente), de modo a criar um mecanismo para resfriar um espelho usando-se luz.
Do ponto de vista molecular, a temperatura é um conceito associado a vibrações e movimentação molecular. Quanto maior a velocidade com a qual os átomos e as moléculas se movem, maior a temperatura associada. Isso ocorre nas moléculas que compõem espelhos. Quanto maior a temperatura de um espelho, maior a velocidade com a qual elas se movem. Sendo assim, quando um espelho está "quente", ele tende a vibrar.
Se o espelho for colocado em uma cavidade óptica, uma estrutura fechada que reflete raios de luz, ele pode ser resfriado incidindo luz com frequência específica na cavidade. Para essas frequências, chamadas de frequências de ressonância, os fótons que entram na cavidade podem ser absorvidos pelo espelho e ser reemitidos com uma frequência maior. Como frequência maior significa mais energia, isso significa que o fóton retira energia do sistema espelho-cavidade. Um espelho com menos energia se move menos e, portanto, tem uma temperatura menor. Essa forma de resfriar espelhos échamada de dispersiva.
Outra forma de usar luz para resfriar espelhos explora a interferência da luz. Considere que os raios de luz que entram em uma cavidade não estejam indo para uma direção específica. O raio que vai direto para o espelho percorre uma distância. Já o raio que bate na parede da cavidade e então érefletido em direção ao espelho percorre uma distância diferente. Isso significa que, quando cada um desses raios atinge o espelho, eles podem estar em fases diferentes da onda. Isso faz com que ocorra uma interferência entre os raios, a qual pode ser construtiva ou destrutiva. Pesquisadores da Rússia e da Alemanha viram que é possível escolher a frequência da onda de luz incidente de modo a garantir interferências destrutivas, e isso permite, por meio de um mecanismo descrito pela mecânica quântica, remover energia do espelho. Essa forma de remover energia é chamadadissipativa.
Os pesquisadores combinaram essas duas formas de remoção de energia do espelho para criar um dispositivo que é extremamente eficiente para resfriar espelhos. As temperaturas atingidas pelos espelhos chegam a 0,1K, o que corresponde a -273 ºC, uma temperatura próxima do zero absoluto. O trabalho completo encontra-se na edição de fevereiro de 2015 da revista Physical Review Letters.
Wellington





